Que documentos levar para o consulado?

Segue-se uma sequência de post com tema chato bagarai mas não tem jeito, vida de intercambista não é só flores e pra se chegar na parte boa, é preciso passar por todos esses estágios burocráticos e bem chatões.

Então, muitas meninas que bravamente preenchem seus DSs 160 on line sozinhas, pode acontecer de a agência cagar foda não esclarecer direito para que serve aqueles 265782562 de papéis que você recebe e consequentemente, a pobre da futura au pair que já tem outras 20 mil preocupações, tem que ficar decifrando para o que serve aquilo tudo.

 Como eu fiz o meu junto com a agência (paguei mas me saiu uma bagatela, um excelente custo benefício) tive toda a assistência do mundo (valeu muito a pena), separraam a papelada e me explicaram para que servia folha por folha, e por isso resolvi compartilhar aqui com vocês. No consulado eu já estava com tudo organizado e pronto pra entregar.

Então vamos lá (por favor, não durmam no meio do post, aguetem firme comigo!)

Depois de preencher seu DS 160 (decorei o número, finalmente!), você vai imprimir a confirmação que vem escrito Nonimmigrant Visa Application e é uma página que saí com uma foto sua horrorosa (que você subiu pra preencher o formulário on line).

Também não esqueça de imprimir a folha com as informações do agendamento que é aonde está escrito a hora e data do seu agendamento, e você vai precisar apresentar antes de entrar no consulado.

Confirmação de agendamento

Na ordem, você vai ter que levar e apresentar esses documentos:

— Foto 5×7/5×5

– Taxa que você pagou no citibank (vem num papelzinho da textura do passaporte)

Nonimmigrant Visa Application

DS-2019 (que chega pra você pelo correio, depois que agenda seu dia no consulado)

– a Taxa SEVIS

Informações de agendamento

Coloque um clips em tudo isso, mas deixe a foto na frente dessa papelada toda, seguida pela taxa do citibank. Coloque dentro de uma pasta, ou em um envelope.

Levei tudo nesse envelope que ganhei da World Study

Segue a lista de documentos extras pra levar (podem ser pedidos ou não)

– Declaração da faculdade e histórico de matérias (sou formada então levei o meu diploma original)

-Imposto de renda completo do seu Sponsor

– os três últimos contra cheques do seu Sponsor

-Extrato bancários dos três últimos meses e aplicações

– Carteira de trabalho ou uma carta empregatícia falando o quão foda você é e que por isso tem seu trabalho garantido quando voltar (isso é mais um comprovante de vínculo)

– qualquer outro documento que possa comprovar vinculo (se você tem algum bem no seu nome, leve os documentos, por exemplo)

Para as meninas que vão pela AuPairCare:

A gente também recebe uma carta da AuPaircare e mais uma folha cor de abóbora. Ambas as folhas não tem nada a ver com o consulado, então nem cogite a possibilidade de levar. Dica: não leve nada desnecessário no dia da sua entrevista, eles meio que ficam impaciente se tiver que separar e arrumar os seus docs (que já devem estar organizados).

A carta da AuPairCare é para apresentar no aeroporto, na fronteira e a outra folha cor mamãe-estou-aqui, é para quando for preencher o formulário do voo.

Esse papel chegay é importantíssimo. Cuidado pra não perder!!

Quando seu visto é aprovado, você só entrega o passaporte, toda as outras papeladas volta contigo. E você também vem com o comprovante do sedex  que você pode rastrear, não vá me perder esse papel, minha gente!

Ah, claro e noticia boa para encerrar post chato, meu passaporte com meu visto chegou. Iuupi!! É a coisa mais linda e mais horrorosa que já vi na vida.

Por hoje é só, meu povo

beijo pra quem fica!!

ps: ainda nem comecei a pensar em fazer o Pre Departure Project, já posso surtar?

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Dica: foto 5X7 para o visto

Aviso: Esse blog nao eh mais atualizado. O endereco novo eh

www.ontherighttrack.com.br

Já vou logo avisando: post boring pra falar sobre a tal da maledita foto para o visto.

Depois que se passa pelo perrengue é que você se dá conta que o bicho nem é tão feio como parecia, mas entendo bem o nervosismo da galera que está na fase do preencher o DS on line dos infernos.

A foto do visto é cheia de frescura. Diferente da foto do passaporte que você chega e tira lá na hora de qualquer jeito e do jeito que estiver vestida, na foto para o visto você precisa seguir uma série de regras bestas exigências.

Posso sair assim seu consul?

Primeiro: é foto 5×5 ou 5×7?

Tanto faz, as duas servem. Eu levei uma 5×5 ( que eu mesma tinha cortado na tesoura e ficou horrível) mas eu consegui arranhar a foto (sabe-se lá como) e aí a mulher me perguntou (na fila do lado de fora) se eu tinha outra. Eu tinha porque marotamente eu tinha levado todo meu estoque de foto 5×7 (que foram devidamente jogadas foras assim que botei o pé em casa).

O fundo tem que ser branco. E a roupa tem que ser preta. Não vá me colocar um decote fia, bom senso é bom e deve ser usado sempre!!

O cabelo tem que ficar atrás das orelhas. Ou seja, as orelhas tem que ficar aparecendo. Mesmo você que tem orelha de abano vai ter que deixa-las de fora. Ainda ninguém me explicou qualé da tara do consulado americano com as nossas orelhas, mas enfim…

Não pode maquiagem.

E finalmente, não pode ter brinco. Eu, espertona como sempre, esqueci de tirar o brinco do segundo furo e só percebi no dia (na fila). Mas resolvi contar com a sorte, porque o brinco quase não aparece (ficou meio camuflado de furo mesmo). E deu certo. Mas não façam isso gente. Tirem todos os brincos!

Como vocês podem imaginar, todas essas regras servem pra te deixar mais baranga possível para a foto do visto. Aquela foto que você sempre vai ter muita vergonha de mostrar pra qualquer um, então relaxem. Quanto mais baranga, melhor a foto para o consulado 😛

E é justamente por isso que eu nunca vou usar a minha aqui pra ilustrar como a foto fica. Não, nunca, jamais (prefiro a morte :P)vou mostrar a minha, já até dei sumiço com as fotos e a digital também. Ficou muuuuito ruim e isso não é um exagero (gostaria muito que fosse). Não que a modelo fosse um espetáculo da natureza ¬¬

E por fim, só pra esclarecer: para a foto do passaporte não precisa de nada disso. Primeiro que você nem precisa levar a foto, a foto é tirada lá na hora, como na CNH, com qualquer roupa com qualquer cabelo, com ou sem maquiagem, isso aí vai depender da sua peruisse 😛

Beijo pra quem fica!!

Ps: pra quem ainda tem dúvida sobre como se tira o passaporte, eu fiz um post sobre isso. É só clicar aqui!

NAO ESQUECA DE VISITAR O NOVO ENDERECO:

 WWW.ONTHERIGHTTRACK.COM.BR

 

GOT MY VISA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Tem coisa mais delícia de se dizer?! Não, não tem. Melhor sensação eveeeer. Tâo boa que me fez sair pulando do consulado americano, literalmente. Mas isso eu vou contar mais lá pra frente.

Vamos começar a saga do visto, do começo. Já vou logo avisando, senta que lá vem a história. Nessa empolgação que estou, o post provavelmente vai precisar ser dividido em dois capítulos.

He wants me o/

Bom, nem preciso dizer que não dormi nadinha de noite, né?! Controle de pensamento mega fail. Não funcionou. Acordei cedaço, muito mais cedo do que precisava mas porque eu queria chegar bem cedo pra não corre risco de se atrasar. Como eu moro num lugar escrotamente longe do centro do Rio (mas ainda Rio) preferi me prevenir.

Peguei um lugar horrível no ônibus e nem aquele cochilo tudo de bom, salvador de vidas consegui tirar no caminho. cheguei na cidade e tudo tranquilo. Tomei café no McDonald e já fui logo no Detran pegar minha PID que estava lá lindamente me esperando. Sim pessoas, eu já tinha uma PID mas ainda não tinha visto. Era muita confiança 😛

Tomei meu rumo pro consulado que é num lugar totalmente oposto do Detran. Fui caminhando, olhando a paisagem … NOT. Enquanto caminhava, continuei numa luta ferrenha com meu cérebro pra consegui tranquilizar o bicho. Os pensamentos estavam a mil por hora, comecei sentir uma fisgada no estômago (mentira, na verdade, comecei a sentir uma dor de barriga mesmo).

dDecidi aproveitar esses longos momentos de caminhada forçada (tô poética) pra olhar o centro do Rio, a arquitetura do teatro municipal. Me dei conta de como o teatro municipal é bonito e que nunca tinha ido lá. Que merda Luna, nunca entrou também na biblioteca nacional. Pensei que tenho que ir lá qualquer dia desses.

Tá, mas nada disso funcionou. pensamento de volta no consulado, pontada no estômago. Decidi cantar. Cara, tá ficando muito patético isso. Mas entendam pessoas que eu fui para o consulado, para o dia mais importante da minha vida (alerta de drama master) sozinha! Isso mesmo, fui de forever alone total.

E nem é porque sou machona não (até sou :P) mas foi porque na hora ninguém pode ir comigo. Dai fui, by myself. Sem celular, sem poder ouvir nerdcast e sem ninguém pra poder me distrair. Dependia de mim mesma para fazer controle de pensamento, aí fuuuuuuuu… resolvi cantar. Sai pela rua cantando e foi ótimo. Parecia uma maluca, mas uma maluca não mais tanto ansiosa.

Cheguei na fila do consulado. Filinha básica do lado de fora. Não sei como funciona nos outros consulados, mas no daqui do Rio, todo mundo foi bem simpático 9na medida do possível). Até os seguranças. Teve uma mulher só que era um pouco mais objetiva, digamos assim, mas ficava mais lá dentro.

Aqui a triagem é feita toda do lado de fora. Isso mesmo fudido que quer ir pra Disney, parece que tú ta indo pedir esmola, nem parece que você vai fazer moeda correr por lá. A gente fica lá do lado de fora (de novo Luna), vem alguém perguntando se quer guardar o celular. Como eu já estava na manha, tinha deixado celular e qualquer eletrônico em casa. Tava só com meu humilde envelope de documentos (que ninguém pediu pra olhar).

Depois já chegou uma mulher, olhou pra mim e falou visto de estudante? Sério mesmo que estava na cara? Nossa, eu tenho muita cara de criança mesmo. Mas enfim, disse que sim, ela pediu pra olhar a taxa servis (ou algo parecido), grampeou junto com os DSs da vida, mas a foto 5 por 7 horrorosa, e a taxa do citibank. Todos os meus docs já esatvam malandramente arrumados (obrigada meninas da world study) então só fiz entregar junto com meu passaporte.

Depois toma-lhe um chá de cadeira de esperar na fila ainda do lado de fora. Como vai entrar as férias tinha muita família com criança. Todo mundo lá acompanhado, matraqueando a vontade e eu lá, de forever alone. Smaltalk é muita contra minha religião, mas resolvi abrir uma exceção e puxar papo com o primeiro forever alone que eu avistasse. Não deu certo, ninguém me deu ibope. Então bora encarar a rua e ficar esperando o tempo passar (lentamente).

Mas pra perto de entrar no consulado, ainda na fila, e ainda do lado de fora (deve ter passado uma hora nessa brincadeira) mais uma triagem, agora para conferir se o nome está na lista do agendamento. Não sei o que acontece com esse povo, mas vi gente lá na fila e depois o nome não estava na lista. Enfim…

Finalmente, chegou a hora de entrar no consulado. Pensei: por favor terroristas, não resolvam explodir o consulado americano justo agora, preciso muito desse visto. Tá bom, nada foi explodido e eu entrei. Putz abri uma porta que devia ter o meu peso. Botei o envelope da world study aonde estava meus docs e minha mini bolsa na esteira, passei na parada de detectar metal, peguei minhas coisas, fui pra outra sala, com porta pesada de novo.

Entrei numa outra fila, nova triagem. Fui pro balcão, mostrei documento e passaporte de novo. Deixei lá, peguei uma senha. Esperei ser chamada, fui pra fila pra tirar minhas impressões digitais. Pagei mico porque não conseguia fazer a posição certa lá, mulher já tava ficando impaciente. Voltei para o auditório com uma nova senha. Fiquei aguardando ser chamada de novo, e tentando lembrar como raio se fala a profissão do meu pai em inglês (pô pai, tú não podia ser advogado? Tâo mais fácil de se falar, enfim…).

Minha senha foi chamada. Fui para uma outra fila. A tão temida fila para a entrevista. Mas eu não sabia. Tava de ignorante e a poia já nem mais sabia que fila estava. Comecei um assunto whatever com a menina da frente que tava sozinha igual a mim e ela me informou que aquela era a fila da entrevista pra eu ficar tranquila que ela tinha feita aquilo algumas vezes. Então tá, Luna sua capial que nunca nem andou de avião. Recolhi a minha insignificância e fiquei esperando. Fazer o que?

A mulher organizadora de fila (e a única pessoa meio grossa. E olha que era só arrumadora de fila), me colocou em frente a uma cabine. De novo, nunca fui em nenhum outro consulado, aqui são umas cabines, com uns vidros e parece que você está falando com presos porque é por um microfone e a gente passa toda a papelada por um buraco.

Posicionei a minha pessoa obedientemente em frente a cabine 1 e fiquei esperando a entrevista do rapaz que estava na minha frente. Nossa parece que demorou uma eternidade. Fiquei só de bituca ligada pra ouvir. A entrevista dele foi toda em português, a consul era muito simpática, riu pra ele o tempo todo, e foi demorada. Terminou. Ufa! E foi aprovado (e eu com isso?)

Minha vez (como diria o V de vingança). Entrei e eu acho que não sentia mais minhas pernas. Entrei e fiz o que eu sempre faço quando estou mega nervosa. Sorrio. Muito. Sorrio muito e uso minha simpatia ao máximo. Cheguei no vidro, de sorrisão, mandei um bom dia, que ela muito lindamente respondeu de volta em português. Olhei para o buraco na minha frente e joguei meu passaporte que estava enroladinho num elástico junto com os docs lá.

Primeiro ela leu meu papel, e digitou qualquer coisa no computador.

Consul linda e simpática: ahhhh so you’re going to be an Au Pair

Sim sim, se a senhora permitir (pensei gente, não falei isso pra ela não)

Eu: aham. –  E acenei bastante com a cabeça. Ai na verdade rolou uma falha, porque minha voz simplesmente não saiu. Preferi usar então um aham alto e sonoro que seria tão eficiente quanto um yes.

Consul: How many kids are you going to take care?

Luna: Três.

A consul franziu a testa.

Luna: Three (corrigi rapidamente) – O inglês estava falhando.

Consul: What are their names?

Luna: They are la la la la la la la la la

Consul: Why do you want to be an au pair? (ôoo bendita pergunta)

Luna: expliquei em inglês (sem falhar dessa vez) que queria melhorar meu inglês que por eu ser professora (já mandei que eu trabalhava, fiz um ataque de oportunidade) seria melhor para minha profissão e tã nã nã.

Consul: Do you live with your parents?

Luna: Yes.  – E acenei bem forte

Consul: What do they do?

Ahhhh que bom que eu ensaiei essa pergunta. Foi a única que tinha ensaiado – pensei.

Luna: My dad is la la la la e trabalha na lá lá …. la (me enrolei um pouco e ela meio que riu quando consegui terminar finalmente de dizer aonde meu pai trabalhava) and my mother is…

PAUSA pra falar sobre essa parte total fail pra mim. Esqueci no que minha mãe trabalhava e… inventei. Pois é, que loucura. Meio que saiu qualquer coisa e ela acenou a cabeça e começou a digitar.

Digitou, pegou meu papel, destacou, escreveu nele, digitou mais um pouco e soltou um: Your visa has been approved.

Sorri de orelha a orelha e mandei um Thank you very much, no que ela gentilmente respondeu: you’re welcome.

Voltei para o auditório. Fui lá aonde estava escrito sedex pra descobri que a gente paga a taxa do sedex num correio que fica do lado de fora do consulado. O moço me entregou um mini mapa de onde o correio ficava e me falou qualquer coisa que eu não ouvi nada. Cabeça tava em outro lugar.

Me direcionei para saída, abri mais duas portas pesadas de novo e pronto. Rua. Que vontade de abraçar o poste de alegria. Esse foi o momento ruim de estar no forever alone, não tinha ninguém com quem comemorar. Bom, bora achar  tal do correio. Perguntei para o segurança que me indicou o lugar. Paguei a o sedex. E pronto. Acabou a história!

Vamos as dicas!!!

Não leve nada de eletrônico meu povo, não pode entrar com nada disso.

Facilite sua vida, vá com os documentos arrumados. Coloca tudo num envelope e vai tirando o que lhe for solicitado. Os docs que eu separei de imposto de renda, essas coisas eu não precisei mostrar nada. Mas é bom levar, nunca se sabe.

Eu não precisei de caneta lá dentro, porque a taxa do sedex é paga num correio do lado de fora. Aqui no Rio. Mas leve a sua, melhor prevenir.

Chegue mais cedo, mas não precisa madrugar como eu fiz. Uma hora mais cedo tá de bom tamanho.

Vá  arrumadinho. Eu era a única de all star lá. Não tava esculhambada, mas como eu ía andar muito fui de all star. Mas todo mundo estava trabalhado no visuall. Então, melhor não se destacar né?!

Por último, se puder, tira o visto aqui no Rio. Foi tudo muito tranquilo e não tinha ninguém muito antipático não. Outra coisa, não vi ninguém sair de lá com visto negado 🙂

É isso pessoas. Fiz questão nenhuma de resumir a história, né!? Vou lá, tô mega aliviado e boa sorte pra quem vai ainda tentar o visto.

  beijo pra quem fica!!

Tensão pré-visto

Segue uma sequência de post com títulos nem um pouco originais. Títulos que vocês já viram em todos os outros blogs de Au Pair. Prometo que depois do “I got my visa” (tô otimista) eu vou por mais tempo e energia na criação de títulos mais criativos 😛

Confesso que acho que deveria ficar mais tensa com isso. Mas não consigo mais. Perdi toda minha ansiedade e tal no decorrer do processo, não me restou muita coisa a essa altura do campeonato. Vou encarar isso como uma coisa boa 🙂

Pensar que amanhã é “o” dia decisivo é totalmente assustador e deve ser por isso que não penso nisso assim, desse jeito. O dia do visto, mas conhecido entre a gente como o v-day é o divisor de águas (eita drama) na nossa vida auperiana. Sem ele não somos ninguém (and the oscar goes to…).

Como eu contei pra vocês, paguei um “despachante” para cuidar do meu visto. Na verdade, o despachante chama-se a própria agencia, e vou te dizer que pra mim foi mega válido. Eles agendaram o dia pra mim, e como meu embarque é muito em cima, as datas estavam bem apertadas aqui no Rio para agendar o dia no consulado.

Responder o DS 106 (ou seja lá que número seja) é tranquilo. Super dá para fazer sozinha, mas ter o respaldo de alguém foi ótimo até porque eu estava preocupada com outras coisas, como trabalhar e deixar tudo mais ou menos ajeitado e tranquilo para meu substituto. Concentrei minhas energias nisso.

Então, as meninas da World Study daqui, preencheram meu DS ta ra ral comigo junto, revisaram meus documentos todos e meio que me preparam para a entrevista. Preencher o DS é muito sacal, foi bom ter uma ajuda profissional. E nada atrasou, elas não deixaram nada para cima da hora. Por tanto, no meu caso foi válido.

Carol (a fofa da Worls Study) também arrumou meus documentos, separou tudo e me explicou o que fazer a amanhã, que papeis entregar e essas coisas. Agora a é só esperar o “amanhã” chegar.

Consulado no Rio (já estudei nesse prédio do lado - informação desnecessária :P)

Eu tinha mais alguma coisa pra dizer sobre esse assunto mais eu esqueci completamente. 😦

Minha gente, me desejem sorte. Mande todas as energias boas que puderem, orações, mandigas, enfim, ainda tô precisando de tudo isso. Prometo que depois de amanhã eu paro um pouco de pedir energias positivas pra mim e começo a reenviar de volta pra vocês.

Só pra terminar, amanhã também é o dia do visto da Jú Saraiva e da Giovana e espero que corra tudo bem com elas também. Se não for pedir muito, mandem suas energias pra elas também. Beijo lindas, e toda sorte do mundo (toda não, porque vou precisar pra mim também, né?! :P) amanhã. É nós!!

     Beijo pra quem fica pessoas!

Resolvendo pendengas: visto e outras coisitas mais

Olá meu povo!!

Como vocês estão? As coisas por aqui estão bem frenética. Me dei conta que tenho muita coisa pra resolver em muito pouco tempo.

Em menos de uma semana eu já estou esgotada e já sonhando com uma sessão (ou seção, nunca sei) de massagem que resolvi me presentear (afinal eu mereço, depois dessa maratona) na semana do meu embarque.

essa sou eu na correria 😛

Mas nesse momento meus pensamentos estão todos voltados para um único detalhe: o visto. Só de pensar no visto eu sinto uma fisgada no estômago. Alias, eu sinto fisgada pelo corpo todo. É praticamente uma dose cavalar de ansiedade pra cada vez que penso nisso (exagerada eu? magiiiina ).

Sobre o preenchimento do DS alguma coisa (ainda não decorei o nome dos docs, um dia quem sabe?!)… então, resolvi pagar a agência um dindin extra pra eles preencherem pra mim. Não me custou muito, saiu bem em conta até porque o dinheiro da taxa lá (aquela de trinta e alguma coisa) já estava incluso.

Agora que assalto é esse que a gente leva do consulado americano, hein?! 14o doletas??!!! O seu Obama, qualé dessa taxa aí, pô?! Quem foi que disse que ser au pair é um intercâmbio barato? No final das contas, quando você coloca no papel tudo que foi gastando, você vê que não sai tão baratchenho assim. Melhor nem colocar, o que os olhos não veem…

Como não sou eu que estou fazendo o passo a passo do meu visto (preguiçosa :P) eu não vou fazer um post sobre esse procedimento, que é tipo maior chatão. Vou deixar uma mega dica aqui. Pra você querida leitora que tá afim de encarar a jornada do visto by yourself, fica aí o post do blog da Bia (clique aqui fia) contando absolutamente tudo sobre como preencher esse documento infernal (disfarçando que ainda não lembrei o nome dele e tô com preguiça de googlar) que você tem que apresentar lá pro senhor consul.

Não é difícil e nem impossível. Só é chato mesmo. E requer paciência e tempo (tô sem os dois) pra fazer. Boa sorte aí pra quem vai encarar essa 😀

Eu acho que me livrei de uma dor de cabeça a menos (ou não). Mas enquanto essa droga de visto não estiver aqui, ainda não dá pra acreditar nisso tudo. Acho que é isso que tá faltando para a minha ficha cair (tá emperrada ainda minha gente).

Enquanto o tão sonhado lindão do visto (quantas vezes eu escrevi visto?) não vem, ainda não consegui me animar em ver presentes pra host e essas outras coisas. A única coisa que vou tentar resolver antes pra não ficar em cima é a minha PID. Farei um post sobre isso depois. Esse é tranquilo, tem nada demais.

Por enquanto só coisa chata pra resolver. Alguém aí me diz quando a diversão vai começar?! 😛

   beijo pra quem fica pessoas!!

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