Ainda em Filadélfia

Impossível esgotar Filadélfia num post só. Apesar de ter feito uma visita bem vapt vupt, ainda fiquei devendo a praça do xadrez grandão.

Em frente a praça do LOVE, tem uma outra praça com umas peças de xadrez grande, dominó, chapéu, ferro de passar (meio aleatório, não?), tudo tamanho GGG. Um cenário perfeito pra turistas dispararem seus flashs. E não se sintam envergonhado fazendo isso, porque mesmo no frio absurdo que tava nesse dia, tinha muito mais gente tirando foto.

os bastidores

Vale muito a pena a passada lá, pra quem já tá no centro. E imagino que deva ser um bom lugar pra hang out num tempo mais agradável.

Definitivamente eu amei Filadélfia, e moraria lá fácil. Eu sei que declarei meu amor a NYC milhões de vezes, mas aí você descobre que os Estados Unidos todo não se resume a Manhattan, e tem outros lugares muito interessantes pra ser explorado.

aquelas poses que todo mundo faz

o pincel gigante e embaixo uma caca gigante (parece não parece?)

 Claro que devo voltar a Filadélfia, afinal de contas, eu ainda preciso ir lamber o liberty bell. And, it is going to be leden… wait for it… dary! 😀

Uma ótima semana galera!

Beijocas pra quem fica!

Adrian… I did it!

Já vou fazer uma recomendação antes de você continuar lendo esse post, se você nunca assistiu Rocky Balboa (então tira essa roupa preta que você é moleque!) pára tudo e vai ver primeiro esse filme, do contrário existe alguma chance de você se entediar no decorrer desse post.

Então…

sério mesmo. faça esse bem a você e vai assistir Rocky 😛

E toquem as trombetas… finalmente Filadélfia, eu fui!! Agora toca aí ao fundo a vieta de ‘Rocky Balboa”

“Risin’ up, back on the street
Did my time, took my chances
Went the distance, now I’m back on my feet
Just a man and his will to survive”

Sim pessoas… como missão dada é missão cumprida eu finalmente tirei a foto do Rocky em frente ao museu de Arte da Filadélfia, e como todo bom turista deixei o bom senso de lado, paguei mico  pra poder fazer a ceninha correndo pelas escadarias com direito a filme (que quando eu perder a preguiça pra editar juro que posto).

Yes, I did it!

a cena original

Filadélfia: terra de Benjamin Franklin (falei deles nesse post de há muito tempo, clica aqui pra relembrar), cidade histórica aonde está a Liberty Bell (um dos símbolos da independência americana) e também a carta da independência dos Estados Unidos. Também foi a capital provisória da América depois da declaração de independência  enquanto D.C. era projetada.

rolou um Occupy em frente desse prédio

Só que a gente fez aquela viagem express pela Filadélfia e infelizmente um um dia não dá pra fazer muita coisa e aí tivemos que enxugar o roteiro. Eu como apaixonada por hisórtia adoraria ter feito  esse percurso histórico mas meu amor por cinema falou maior e eu primeiro tive que ir atrás do museu de arte mais conhecido como o museu do Rocky.

E pra minha alegria maior eu consegui ir em dia de neve e mesmo quase morrendo de hiportemia eu fiquei muito feliz que as fotos ficaram ótimas e muito parecidas com a do filme. Quase perdi o pé esquerdo mas foi por uma causa nobre 😛

O museu de arte da Filadélfia

O “museu do Rocky” aonde também fica a famosa estátua fica bem no centrão mesmo da Filadélfia bonita. Antes de chegarmos lá, fomos procurar um mercado brasileiro e tivemos que nos aventurar pela Filadélfia feia.

em panorâmica

Foi a primeira vez que vi um lado mais pobre dos Estados Unidos. Aquelas casas mais coladinhas uma com as outras (que eu acho que ainda são mais espaçosas que muito barraco no Rio), os caras andando com toca e cara de mau e as meninas mais piriguete, bem do tipo Mariazinha (também do Rocky. avisei a você, tem que ver esse filme pra acompanhar o post :P).

no melhor estilo pinto no lixo 😛

Alias eu nem sabia que dava pra ser tão piriguete usando tanta roupa de frio, mas né, povo tem uma criatividade. Enfim, achamos o mercado e eu pude comprar gamadinho e Bis velho e superfaturado. Fazer o que? Lei da procura e oferta.

virando pinguim

Depois fomos num restaurante brasileiro e eu pude matar a saudade de comer coxinha e beber guaraná. Fica a dica, nesses lados da Filadélfia tem um comunidade de brasileiros bem expressiva e dá pra encontrar padaria, mercado e claro restaurantes tudo da terrinha.

Com a pança cheia, era chegada hora de ir para o centrão mesmo. Ou como a Fernanda chama, para a Filadélfia bonita.

no "centrão" de Filadélfia

Meu espírito de pessoa de cidade grande me fez me sentir em casa na hora. Prédios, trânsito louco, buzina, transporte público e até poluição. Ahh que delícia cidade grande.

na estátua do Rocky Balboa

Só que infelizmente com o frio do cão e o inverno que faz escurecer o dia cedo, a gente não pode fazer tudo que gostaríamos e eu tivemos que optar o que fazer.

a turminha do barulho

Bom, foi tudo rápido, nem deu tempo mesmo de entrar no museu (museu, museu, museu). Depois fomos mais pra dentro da cidade tomar um chocolate quente nesse lugar aí que eu esqueci o nome e comer pizza de chocolate. Experimentei o melhor chocolate quente da vida.

tem que fazer conchinha com a mão pra pegar na xicara

E logo dali fomos na praça ver o monumento LOVE que é bem pequenininho em comparação com o de NYC (não lembra? Confere aqui!) e para a praça da frente brincar de xadrez gigante e com as outras peças lá tudo tamanho grandão.

porque se é pra pagar mico, vamos fazer direito 😛

Infelizmente foi isso só mas voltaremos lá com certeza. Além do Liberty bell, ainda preciso ver o Magic Garden, um lugar iraaado que descobri no album de alguém pelo facebook 😛 e visitar a casa de Edgar Allan Poe.

fomos brincar de Jesus e andar em cima da água congelada da fonte (e o medo do gelo quebrar)

Só pra  contextualizar pra quem nunca viu m filme, Rocky Balboa foi um filme passou na decada de 70 e conta a história de um lutador de boxe que aceita o desafio de enfrentar o banbanban do boxe da época. Ele sem recurso nenhum aceita o desafio e começa a treinar da forma que pode e do parcos recursos que possui.

Uma das cenas clássicas lógico, é ele treinando e essa cena culmina ele subindo as escadaria do museu de arte da Filadélfia (alias as pessoas realmente correm por lá). É mais uma daquelas histórias de perseverança, e de lutar por aquilo que acredita. De não desistir mesmo quando tudo parece que vai dar errado e indo contra todas as probabilidades.

Rocky 6 que foi lançado em 2008 já conta a história de um Rocky mais velho, mais maduro e ainda lutando contra algumas adversidades. A melhor cena do filme, sem dúvida, é aquele dá uma lição de moral para o filho ( e pra audiência inteira). Essa cena, na minha opinião fecal, apesar de recente, jávirou clássica também.

E assim fecho a sexta-feira de hoje. Com um post dica de passeio mas também de inspiração para as aspiras aí com o processo que eu sei que é bem difícil. Mas também para as já au pairs como eu, que tem que matar um leão por dia e, superar as dificuldades pra poder chegar no fim dessa caminhada. Para todas nós, força na peruca!

Um excelente final de semana!

E como sempre, beijo pra quem fica!

Ps.: vou postar fotos da praça do xadrez gigante depois. Não sobrou espaço no post e depois eu tenho que ir na escola do meu moleque agora (6 p.m.). Hoje é dia de Fun Family Night e chuta quem vai ser a família do menino? Au pair e mãe nas horas vagas ¬¬

Estátua da Liberdade

Depois do Empire State, óbvio que não podia faltar outro landmark famosíssimo da grande maçã, a Estátua da Liberdade.

Estátua da Liberdade

Alias, NYC tem tanta coisa famosa pra se ver e visitar que conta a lenda que o turista que vem aqui pra olhar tudo que a cidade tem a oferecer perde uns três Kgs, só na andança.

com sombra

A Estátua da Liberdade fica numa ilha, e pra chegar lá tem que ir de ferry. A ilha fica localizada lá para lower Manhattan, dali perto fica a Governors Island e o Brooklyn.

plaquinhas que eu passei batida =P

O que tem na ilha? A Estátua, obviamente, e um museu que quando eu fui tava fechado. Tem uns quiosques também com comidas e bebidas (que você paga, claro) e lojinhas com souvenir de NYC.

de baixo

A ferry que leva a gente dá uma parada na ilha da Estátua, e depois numa outra ilha whatever. Você tem direito a visitar essas duas ilhas. Eu só fui na da Estátua porque estávamos muito cansada e tinhamos hora. A gente deve ter ficado umas duas horas pra ver essa bendita Estátua.

a ilha whatever

A história da Estátua da Liberdade todo mundo já conhece: foi um  presente dado aos americanos pelos franceses. Pesquisando mais um pouquinho (mesmo não confiando muito na fonte), a explicação do presente tem a ver com uma vitória dos EUA sobre a Inglaterra.

Diga x

Estátua da Liberdade é um símbolo dos ideias iluministas da época ( a liberdade iluminando o mundo) e segundo a fonte, tá cheia de símbolos maçons, como a tocha, o livro na mão esquerda e o diadema de sete posições. Eu não sabia de nada disso e achei legal, adoro uma teoria da conspiração =P

Estátua da Liberdade fake no Madame Tussauds

Lembrar da Estátua da Liberdade é também lembrar dos inúmeros catástrofe aonde a pobre coitada é a primeira a ser destruída, né? Quem não lembra da onda gigante varrendo Manhattan em “Impacto Profundo”?

Agora como não podia deixar, mais um comentário da chata de galocha aqui nunca satisfeita com nada: a Estátua nem é tão grande gente. Super pequena. Ela parece mais majestosa nos filmes, viu? Ao vivo eu fiquei lá procurando, cadê o resto? Ela não é tão grandona, gente, juro que eu não queria comentar que o Cristo Redentor é muito maior e imponente…oops, já foi:P

Vale a pena? Super vale! O preço é bem tranquilo: 13 beijocas. Brincou né? Se for em alta temporada vai preparada pra filinha básica. E lembrem-se, a revista é aquela idêntica a de aeroporto, com direito a tirar sapato e tudo.

Beijos pra quem fica!!

Ps.: Fonte nada confiável na Wikepedia.

Empire State

Juro pra vocês que me segurei ao máximo para não colocar um “of mine” alí no título. Aí gente, sei que essa música na Alica Keys (que nem é tão velha assim por sinal) já tá batida e tal mas eu não resisto. Essa música virou hino de NYC mesmo.

Quem vai turistar por NYC não pode deixar de passar no Empire State, claro. Depois que as torres do World Trace Center nos deixaram, ele continuou lá todo majestoso como sendo o prédio mais alto de NYC onde tem um andar com observatório pra você admirar a vista de Manhattan em toda sua glória.

Nerd que sou, viciada em cinema, claro que o Empire State só me lembrou uma coisa: o filme do King Kong e a clássica cena do King Kong lá em cima, tentando abater os aviões em torno dele.

cena clássica

E qual não foi minha surpresa ao adentar o Empire State, ter a maquete lá. Claro né, porque não sou só eu que lembra dessa cena, provável que toda a torcida do flamengo junto.

king kong

Para quem quiser ir visitar: o Empire State fica na 5th Avenida nº 350. Pra quem achar mais fácil achar o endereço pelo zip code aqui vai 10118.

no lobby

Agora, sem querer jogar um banho de água fria mas já jogando, eu esperava mais da vista. Esperava levar um soco na cabeça, ficar embasbacada e putz, nunca será… sei lá, tava um frio da porra lá e cima, uma cabeçada e aí você tem que disputar lugar pra ficar tirando foto e você nem consegue parar pra admirar a vista direito.

óoo boi na linha ¬¬

Acho muito chato quem fica comparando cidades sabe, até paro de ler blog quando a menina começa com “New york é igual São Paulo”. Acho que cada lugar tem sua particularidade e a gente tem que aprender a admirar elas assim, cada um com a sua peculiaridade.

panorâmicazinha básica pra não perder o hábito

Mas sem querer ser a chata que tudo diz, porque no Rio de Janeiro… então, eu estive no Cristo Redentor a pouco tempo (fui mas era pequena nem lembrava mais) antes de vir pra cá e tenho muito viva a memória da vista do Rio de lá de cima.  Sempre fico sem palavras, toda boba olhando para o espetáculo que é (mas sem bater palma pra por-do-sol gente que isso é hippie demais).

a cabeçada disputando lugar

E olha que sou carioca da gema, que via o Cristo Redentor todo dia indo para o trabalho e tal, nenhuma novidade mas mesmo assim, a vista sempre me surpreende. E sei lá, de cima do Empire State eu não tive essa mesma sensação (que não sei se to conseguindo explicar). Acho que esperava mais.

a vista

Nunca vou saber se a vista não é lá aquelas coisas ou fui eu que criei o monstro da expectativa da vista de Manhattan que se tornou impossível de atingir.

a floresta de concreto

Li no blog da Dri (vício master) quando ela foi no Top of the Rock e comentou que a vista de lá é mais interessante que a do Empire State porque: 1º voçê tem a vista para o Central Park e 2º você vê justamente o Empire State. Até que faz sentindo.

I want to be a part of it... New york, New York

O preço para o deck de observação custa 22 Lincons, e prepare-se para a fila básica que terá que encarar. E prepare-se também para a revista a lá aeroporto que nós pobres turistas tempos que enfrentar. Lembrando que aqui ameaça de terrorismo é sempre presente, então né, essas revistas por aqui são rotineiras.

já esgotei a criatividade com legendas =P

Inclusive dá até uma aflição subir lá no topo (que nem é tão topo assim) do Empire State. Juro que em dado momento eu pensei: favor terrorista não mirar no Empire State hoje, grata.

Para quem não tá afim de curtir uma filinha, bem o jeito será desembolsar 46 Doletas. Isso mesmo que você ouviu cara pálida, 46. E aí é para ir no topo topo mesmo. Esse eu passei gente, minha condição de pobre-mortal-au pair-fudida só me permitiu o deck normal de observação de 22 obamas.

No mais, já posso riscar mais um item da minha lista de coisas que tenho que fazer antes de morrer.

Beijos pra quem fica meu povo!

Ps.: sem fotos minha com o fundão atrás porque eu tava muito cansada nesse dia e sai com cara de bocó em todas as fotos (desculpa esfarrapada pra disfarçar o fato  que sou a pessoa menos fotogênica ever! :P)

A casa de cera: Madame Tussauds

Vamos nós a mais uma dica de: coisas que você não pode deixar de fazer uma vez que está na em NYC.

O museu de cera Madame Tussauds é um dos mais famosos e está espalhado por esse mundão afora, inclusive em Manhattan. Ele fica alí na muvuca da Times Square, impossível de perder de vista.

sai bruaca =P

Como funciona um museu de cera? Bem, são estátuas de famosos, celebridades, políticos e pessoas conhecidas em geral feito tudo de cera. Coisa mais creepy ever! Você fica olhando lá pras estátuas e cara, se você olhar fixamente da até pra jurar que o P Diddy piscou pra você. Tipo, jamais ficaria numa sala daquelas sozinha.

Trocando ideia com Lady Di, momento Einstein e com Salvador Dali

O que fazer? Tirar fotos. Basicamente é isso que se faz num museu de cera. Fotos, fotos e mais fotos. No mais, você fica comparando as estátuas tipo pra ver quem ficou mais parecido e quem não tá. Shakira não ficou parecida, Oprah ficou e por aí vai.

com a família Obama

As fotos vão ser de acorodo com a sua imaginação. Eu, por exemplo, me diverti tentando pensar qual seria a pose pra tirar ao lado de fulano de tal. E você vê a galera tentando arranjar posição pra se encaixar com a estátua., fica hilário.

Dando uma sapatada no Bush, dando um oi pra fofa da Jackie Oh e dando um olá para meus ex-vizinhos, os Clintons

Só não faça como eu e minha amiga, não deixem a bateria da maquina descarregar. Nossas maquinas ficaram sem bateria bem no começo do museu. Eu quis morrer, porque ir num museu de cera sem maquina não vale de nada. Você vai num museu de cera basicamente pra tirar foto. Mas aí a gente conseguiu recarregar lá dentro e ficou tudo certo no final.

Com os 4 moleques de Liverpool

Ahh e você fica assim, nossa como fulano é alto. A Angelina Joulie por exemplo, é um poste e super vara pau.

I am Iron Man

No mais é isso. Sinceramente, não achei muita graça. Tipo, meio que é passável. Se você está com pressa e sem grana, o Madame Tussauds pode passar tranquilamente, você não vai perder pois não tem nada muito do outro mundo lá dentro pra ser visto.

lembrando meu momento adolescente com Nsync

Eu fiz questão de ir porque eu tinha que fazer, só pra dar aquele check na listinha de coisas que tenho que fazer antes de morrer 😛

com Woody Alien

Fora que o preço não é muito amigo, custa uns 39 Obamas. Eu peguei um cupon  e paguei 34, mas mesmo assim, pois para o que o museu proporciona, acho que o custo benefício não vale muito a pena.

Don't cry for me Argentina

Ahh é legalzinho mas não faço de novo. Agora não importa, quando eu vir um museu de cera, eu vou passar batido. Next 😛

Beijo pra quem fica!

Brooklyn Bridge

Galera que tá vindo aqui para os lados de NYC, anotem aí mais um landmark incrível que vocês não podem perder.

A Brooklyn Bridge, como o próprio nome já diz é umas das pontes que liga Manhattan ao Brooklyn. Ela fica localizada em Downtownzão mesmo, beeem lá em baixo. Super low Manhattan.

ai essa mochila estragando tudo aí atrás

Pra chegar: fácil, só pegar qualquer linha de metrô que vai em direção ao Brooklyn, downtown e sair na estação mais próxima. Gente, a ponte é xicante, não dá pra perder ela de vista.

a vista do lado de lá

O que eu fiz? Saltamos do lado do Brooklyn pois a vista mais bonita é do lado de lá, da onde dá pra ver Manhattan. Tem banquinhos, casais tirando fotos, noivas tirando fotos, crianças pra lá e pra cá perturbando nosso plantão (criança é sinonimo de trabalho por tanto né, nas horas off nem quero avistar uma :P). Tem um mini parque também.

É um lugar bem aconchegante. Se eu morasse por alí, certeza que de vez em quando estaria lá com meu tumblr da starbucks e um livrinho (ou uma revista trash de fofoca :P) para matar o tempo. Ou ainda, para os dias ruins, receita da minha querida Dudi, nada como Brooklyn Bridge e um potinho de sorvete da Häagen Dazs.

na ponte

Daí, esgotado a vista, lá fomos nós caminhar pela ponte. Atravessamos a ponte toda a pé. Bem legal. tava cheia pra caraaaai mas valeu a pena pela experiência. Sempre vale, né? E aí, a pé, estávamos em Manhattan 😀

Comendo cheetos na Brooklyn Bridge. Ao fundo a Manhattan Bridge.

Existe umas centenas de filmes que tem a Brooklyn Bridge como cenário. Obviamente que o único que me vem a mente agora é o… dou um doce pra quem adivinhar…. “Sex and the City 1”. É a onde a Miranda se reconcilia com o Steve. No meio da Brooklyn Bridge.

Miranda e Steve na Brooklyn Bridge

Bom gente, essa dica eu diria que é um “must go”. Não dá pra perder. Outra dica é ir lá de noite, fica lindo também. O bom é que é 088, tú só vai gastar com o dinheiro do metrô e com o seu Starbucks 😀

Beijos pra quem fica!

Outono em Nova York

Todos os filmes narram o outono como se fosse a estação mais linda e romântica de todas e agora consigo entender o porquê. O outono definitivamente virou minha estação preferida.

Mesmo com vinte mil folhas na frente do vidro do seu carro, com os carinhas tacando folha na tua cara, com o chão da entrada da casa repleto de folhas, ainda sim, o outono é lindo! Ahhh o outono (suspira suspira).

Agora imaginem ver o outono no Central Park! Já vou logo avisando, o outono no central park pertence aos casais. Você au pair que está aqui desacompanhada prepare-se pra uma dor de cotovelo sem precedentes naquele lugar. Ou vá abraçar a amiga mais perto pra ver se dá uma acalmada na carência 😛

Assim, não dá pra sair andando aleatoriamente pelo Central Park porque né, o bicho é xicante. Então minha dica é: entra no site do Central Park Conservancy e planeje o que você quer ver e fazer lá dentro. Do contrário você vai acabar cansando de tanto andar lá e não vai aproveitar muita coisa (lembra que o relógio anda com a velocidade dobrada na City).

Eu já tinha em mente duas coisas que eu tinha que ver: o Strawberry Fields, que é um memorial feito em homenagem ao John Lennon e aquela ponte que é cartão postal do Central Park e que eu, pra variar esqueci o nome. Quase todas as comédias românticas que se passam em Manhattan, uma hora vai terminar naquela ponte (Mensagem pra você).

Imagine

a bendita ponte

Strawberry Fields com mencionei, é uma aéra do Central Park localizada na parte Oeste (bem na entrada da 72th Ave, e tem saída de metro lá) dedicada ao John Lennon, que no fim dos tempos ( da sua vida, não do mundo :P) adotou NYC como seu lar. Até ele ser morto por um fã, em NYC.

foco no zoon imperador!

De novo, é aquele lugar abarrotado de cabeça pra se tirar foto. Rola sempre uma disputa acirradíssima pra ver quem que fica na melhor posição para dar o melhor clique. Minha máquina coitada, sempre humilhada pelas semi profissionais da gringaiada.

Cortei a placa. Sente só a habilidade da pessoa ¬¬

Eu só preciso comentar que fizemos a burrice antes de comprar coisas. Não façam isso minha gente. É muita estupidez ficar caminhando pra cima e pra baixo com sacola. Guarde as comprar para o final do  passeio. O bom que vai estar todo mundo cansado e aí você não gasta muto e economiza umas verdinhas.

Luna: olha, um pato!

uma panorâmiccazinha pra não perder o hábito

Ficamos pra lá e pra cá, tiramos vinte mil fotos que parecem quadros, e claro, ficamos totalmente encantadas. A única coisa chata é que como eu não vivo em NYC, eu realmente não posso desfrutar Central Park de verdade. Normalmente eu tô de passagem já com planos pra ir em outro lugar. Sortudos aqueles que conseguiram ser au pair por lá, viu?

podem suspirar

Mas né, tá bom assim. Há um ano eu nunca me imaginaria passando o outono em Nova York.

sempre saio com cara de poia nas fotos ¬¬

Essa ponte também fica na parte oeste do parque. Quem achou a Strawberry Field é só ir seguindo o fluxo rumo ao lago e tcharãaaa, não tem como se perder. Até tem, mas você vai ter que se esforçar muito 😛

Beijo pra quem fica galera!

Aonde o dinheiro nunca dorme: Wall Street (and the Cow’s Husband)

A Wall Street é uma rua que fica bem lá em lower Manhattan e aonde se situa o coração financeiro de Nova York.

É lá que está também a bolsa de valores de NY, a mais importante do mundo.

Wall Street na queda da bolsa de 29

 Mas o que tem pra fazer lá? Bom, não muita coisa. 😛 É interessante passear pela rua, comprar moleton mais barato que na Times, ver a tão famosa bolsa de valores (que uma vez a Carrie ringed the bell). Tem também um museu lá, mas eu não cheguei a entrar porque estava fechado.

na foto ficou escuro

Como grande parte do meu conhecimento vem do cinema, lembro que a primeira vez que ouvi esse nome foi com um filme chamado Wall Street – Poder Cobiça. Recentemente saiu uma espécie de continuação: Wall Street, O Dinheiro Nuca Dorme. Os dois com Michael Douglas. E claro, eu não podia deixar de passar por lá.

o museu finaceiro

Quem passa por Wall Street não pode deixar de ir dar um clique junto com o Touro de Bronze ( o Charging Bull) ou como diria uma amiga minha: the Cow’s Husband. Isso porque ela veio visitar NYC uma vez, queria mas que queria ver o tal do touro só que tinha um detalhe: ela esqueceu como se falava Touro em inglês. Daí ela e amiga dela saíram atrás do touro perguntando aonde ficava the cow’s husband (o marido da vaca) 😛

as bolsa vão ficar para outro dia

Segundo li por aí, esse Touro significa otismismo finaceiro agressivo (seja lá o que isso quer dizer) e prosperidade. Assim como o Love, o Charging Bull também é parada obrigatória para se turistar. Sempre tem cabeçada para tirar foto por lá.

Me contaram que pra você ter sorte e dinheiro, você tem que passar a mão nas bolas do touro (alguém confirma isso aí, produção?). Eu não tive a chance de fazer isso por causa do manifesto que estava tendo recentemente pela Wall Street, eles cercaram o Bull. Daí só deu pra tirar foto da gradinha mesmo. Tenho que voltar lá, tô precisando de sorte e dinheiro 😀

Tanto a Wall Street quanto o Bull fica bem lower Manhattan, pra galera que sai da Grand Central ou Penn Station tem que pegar metrô e descer tudo.

Nesse dia a gente andou tudo e terminamos num pier que tem no final da rua aonde do outro lado fica o Brooklyn, no fundo a Brooklyn Bridge. Fica bem gostoso lá, galera passeando com cachorro, fazendo uma corridinha básica, ou só curtindo a paisagem mesmo.

no pier

Fica a dica aí galera. E esse passeio você só paga o metrô mesmo. Ou seja, super cabe no nosso bolso de au poor.

Beijos pra quem fica!

Mais passeios aleatórios por NYC: Biblioteca Pública e Bryant Park

Tô falando pra vocês, o que não falta em NYC é opção do que fazer. Terminado esses posts eu vou poder até publicar um compendio sobre “coisas pra fazer em NYC”, “como se virar em NYC”, “como aproveitar NYC” , “oque não vale a pena em NYC (já já eu digo…) e assim por diante.

Tem uns posts específicos que eu quero (e juro que vou tentar) muito fazer: como se andar por NYC, entendendo o mapa, o metrõ e essas coisas, porque percebi que as vezes falo as ruas e tal, ou a região específica da City porem tem muita gente que não faz ideia do que estou falando, da onde estou falando.

E lógico, sempre tem também au pairs novas chegando aqui e super ansiosas pra saber como se faz pra se virar na City.

Não que seja a coisa mais original do mundo, um manual ensinando apontando coisas pra fazer em NYC, maaaaas como eu já tô aqui fazendo nada nem você também, faz mal bater um papo assim gostoso, com alguém?

Infelizmente quando estou passeando por Manhattan é sempre na correria. Gostaria muito de ter o c# virado pra lua ter sido au pair por lá e poder desfrutar com tempo as atividades que Manhattan tem para oferecer. No meu caso é meio que um bate e volta e eu fico chateada as vezes porque passo meio batido por muitas coisas.

Claro que tem certas coisas que não consigo deixar passar: a Biblioteca Pública lindona que fica alí pela 42th por exemplo. Ela fica no meio caminho que faço toda vez que saio da Grand Central e quero seguir em direção a Times. Daí eu sempre passava por lá e pensava, gente, tenho que conseguir parar aqui.

a biblioteca

Infelizmente essa horas ainda não chegou 😦 No máximo que consegui foi tirar foto dela, por fora mesmo. Um dia quem sabe?

se achando =P

Outra coisa que acho o máximo é parar pra relaxar em parques e afins. Eu no Rio não tinha muito dessa cultura. Sempre ficava aflita com um pedinte ou então jamais sacaria um notebook por lá, por exemplo. Sentar pra relaxar no meio de  um parque aberto definitivamente nunca foi meu forte.

Mas again, passava lá pela 42th e via a galera lá descansando no Bryant Park, lendo no seu Kindle, ou no seu Ipad tomando uma limonada. Queria simplesmente pode descer do meu break pra poder fazer isso com um pouco mais de tranquilidade.

Diferente da biblioteca eu já conseguir parar no Bryan Park pra relaxar e tomar uma limonada. Tava voltando pra casa com uma mochila pesadíssima e era meio cedo, então parei lá de metidona mesmo e de forever alone. Me distraí e acabei por não clicar nenhum registro desse dia (já falei que não tenho habilidade de tirar foto sozinha) e esqueci de tirar foto do parque em si.

Fiquei nem 5 min aí, foi só pra tirar a foto mesmo =P

Essa foto dai é fake. Eu não estava bem no parque, sentada de pés pra cima relaxando. Estávamos passando e lembrei que precisava tirar uma foto nele. E assim foi feito 😀 Tirei a foto e piquei a mula logo em seguida.

Pra quem se interessou, o Bryan Park fica na 42th esquina com a 5th, perto da gran Central e tem saida de metro também. Tem uns quiosques pra você comprar umas bebíveis e o melhor de tudo, wifi 😀

Beijos enormes pra quem fica! 😀

Ps.: pra quem quiser saber mais da Biblioteca Pública, só clicar aqui! E sobre o Bryant Park, aqui!

 

 

 

 

 

Só Love

Já até respondo de antemão: não minha gente, não pude resistir de colocar um título tão medíocre desses só pra poder mostrar o tal do LOVE.

A escultura LOVE fica na esquina da 6th com a 32th, bem ali no mid-town de Manhattan e é outro ponto de parada obrigatória de turista por ser um símbolo também mega famoso da cidade.

Eu sem elas

Essa escultura foi feito por um artista chamado Robert Indiana em 1963 primeiramente para ficar num cartão de natal para o Museu de Arte Moderna. Depois virou selo e depois foi parar lá toda majestosa na 6th avenida.

Eu com elas

Sempre tem filas e mais filas de gente lá tirando fotos da escultura. E também sempre tem um inconveniente sentado nela pra sair de entrão na sua foto ¬¬

Fica aí a sugestão pessoas: se existe uma escultura famosa que você sabe que as pessoas vão estar doidas pra tirar fotos, NÃO RESOLVA DESCANSAR NELA. Lembro de sempre ficar irritada quando queria tirar foto com o Drummond em Copacabana e tinha um sem noção no banco dele. Ôooo inconveniência, hein?!

Outro mito de NYC que caiu também (minha cabeça tem explodido bastante ultimamente com esses mitos caindo todos) é andar em NYC como nos filmes sem ninguém. Cara, comprar numa loja na 5th Ave por exemplo, é cabeçada na rua, fila na porta e essas coisas. Sempre tem muita gente em NYC e eu lembro nos filmes a galera andando tranquilamente por esses lugares famosos.

Justamente por esses lugares serem famosos, é aonde todo mundo, inclusive a pessoa que vos escreve quer ver e conhecer. Então sempre tem mulão junto. Só nos lugares mais afastado e menos ponto turístico que fica mais normal mesmo.

A Times por exemplos, é linda nas primeiras 10 vezes que você vai. Depois você quer evitar ela a todo custo porque é maior cambada sempre por lá e é um porre quando se quer fazer alguma coisa e sempre tem muita gente no meio do caminho.

Por hoje tá bom então, né?

Beijocas pra quem fica!

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