Independência ou Morte!! Mas de uma forma mais legal =D

Olha leitoras queridas! (vocês lembravam que eu ainda tinha um blog, não lembravam?) E sim, eu coloco emoticon no título ¬¬

Então, vim aqui tirar as poeiras do blog, gente não esqueci que tinha um blog não, mas a vida off line estava agitadíssima (quem lê assim até acha que sou “a” importante).

Enquanto não tenho nenhuma novidade interessante pra trazer do mundo auperiano (até tenho, mas tô com preguiça de contar, e não, não é I Have a Match, jamais teria preguiça de contar sobre isso), vim aqui com mais um post tapa buraco 😛

Hoje vou falar sobre um dos temais que mais adoro na história americana: a independência americana (finge surpresa pessoas, como se vocês não tivessem lido o título) e a fundação da república (FREDOOOOOM, ooops, confundi os filmes, mas é tudo Mel Gibson,então tá valendo :P).

Eu amo esse tópico e espero não deixá-lo grande demais a ponto de vocês desistirem deles. Meninas, acreditem em mim: devemos nossa independência aos americanos, a primeira colônia a se libertar das garras de sua metrópole (sou praticamente Shakespeare). Enfim, não é a toa que eles são muito orgulhosos de sua história, na boa, até eu sou. Pois, diferentes de nós, eles não compraram sua independendcia, eles lutaram, e muito. Foi com muito suor, lágrima e sangue que conseguiram que a Inglaterra reconhecesse a independêmcia (mas eu já entreguei todo o final :P)

Vamos começar do começo, Luna? Assim, só pra dar uma organizada. estamos ainda em meados do século 18 (eu sei, eu sei, era para escrever em número romano, mas preguiça master, eu nunca sei de có), e todas aquelas idéias Iluminista (assusta com o nome não , só lembrar aqui ó!) culminou também na política.

As colônias americanas até então estavam se dando muito bem  com sua Metrópole(eram bródis, sacou?), a toda poderosa Inglaterra. Até que um dia, a Inglaterra (fudida que tava de tanta guerra que tinha se metido) se toca que tinha uns pobres para maltratar lá do outro lado do oceano atlântico. Pois assim fez, e resolveu f*der com a vida dos pobres peões, que dizer americanos.

Os americanos estavão todos lindos e faceiros vivendo na sua terra, trabalhando muito e se beneficando de um acordo com a coroa Inglesa (começo é sempre assim, tudo as mil maravilhas). A Inglaterra fornecia exército para proteger as colônias americanas, também comprava produtos de origem agrícula deles (sem novidades, Portugal também fez isso com a gente) e vendia por um preço camarada seus produtos manufaturados.

Até que um dia a lua de mel acabou, e tudo que aparentemente era vantagem, tornou-se (hummm usando mesócles, tô muito metida, gente) desvantagem. A Inglaterra começou a cobrar para manter o exército lá, cobrava preços absurdos nos produtos que vendia para os americanos, e por último proibia que as colônias americanas negociassem com outros países (estavam super no direito de metrópole evil!).

As colônias americanas então se uniram, Norte com Sul, e o que de início era pra ser uma rebelião, culminou com uma revolução. Os americanos se recusaram a obedecer essas imposições inglesas e se organizaram, lutaram contra o exército inglês.

1ª bandeira americana

Obviamente que teve uma ajudinha francesa (inimigos master), mas eles tiveram que dar a vida (literalmente) por essa indepêndencia, numa guerra que durou anos. E posteriormente, tiveram que brigar mais uma vez pelo reconhecimento dessa independência. Até Benjamin Franklin pintou lá no parlamento inglês pra tentar convencer a inglesada a dar o tão merecido reconhecimento.

A independência uma vez conseguida, agora pedia pelo estabelecimento de um novo governo. E para tanto, eles tiveram que elaborar uma constituição , que seria o pilar principal que organizaria e definiria esse novo governo. O documento foi redigido e estabelecia como forma de governo a República, e tendo um congresso e um presidente (República presidencialista). Esse documento pode ser “visto”, pessoas, olha aê que beleza, minha gente, porque é a mesma até hoje. Sim, os americanos só tiveram uma constituição até hoje (enaquanto isso, em terras tupiniquim,a gente perde a conta de quantas o Brasil teve).

Liberty Bell, um dos símbolos da independência americana

O primeiro presidente americano, por eleição foi George Washington (que havia organizado um exército na luta pela independência). O documento declarando independência apareceu em 4 de julho de 1776 (data da indpendência, mega feriadão lá). Foi escrita por thomas Jefferson.

A declaração de independência americana é deveras inspiradora, bem como sua constituição. Vou deixar aí pra vocês (aqueles vencedores que ficaram comigo até o final do poste não morreram de tédio) um treichinho da declaração de independência.

‘We hold these truths to be self-evident, that all men are created equal, that they are endowed by their Creator with certain unalienable Rights, that among these are Life, Liberty and the pursuit of Happiness. — That to secure these rights, Governments are instituted among Men, deriving their just powers from the consent of the governed, — That whenever any Form of Government becomes destructive of these ends, it is the Right of the People to alter or to abolish it, and to institute new Government, laying its foundation on such principles and organizing its powers in such form, as to them shall seem most likely to effect their Safety and Happiness.”

Aí que invejinha branca desse povo que pode se orgulhar de sua indepêndencia. A indêndencia americana foi só o começo, abriu portas para que outras colônias lutassem pela suas indepêndencias (menoas a do Brasil que foi escrota demais).

Pessoas, vou acabar por aqui, esse aqui foi o resumo do resumo (não vá me dar um Ctrl C/Ctrl V na prova não, viu? tem muuuito mais).

 … beijo pra quem fica, meu povo!!

ps: para assistir: o filme do Mel Gibson, O Patriota (conta exatamente essa parte da história).

  para ler: a Declaração de independência inteira, clique aqui ó!

  para saber mais sobre: o Liberty Bell, clique aqui!

 Ps 2: vocês contaram quantas vezes escrevi independência nesse post? pois é…

A Era Americana da Razão

Mas o título alternativo desse post poderia ser: Cazuza é o  ca****o, meus heróis não morreram de overdose!  (frase chupada do Guga) 😛

E vamos combinar?!! Se teus heróis morreram de overdose  você tá mal pra caramba de herói.

Mas vamos lá: hoje vamos dar continuidade ao post cultural. Vamos conhecer a história de um dos homens que muito contribuiu para a sociedade americana, e até hoje nós (brasileiros e o resto do mundo) aproveitamos de suas contribuições. Uma  figura tão importante que tem  sua cara ilustrada na nota de 100 dolares 🙂 Já descobriram?

Maaas antes de falarmos sobre ele, vamos nos situar em tempo e espaço. Estamos em meados do século 18, e a Europa está imersa num movimento que se denominou o Iluminismo, ou A Era das luzes. (gente, se libertam do trauma das aulas de história do colégio, história não é decobera e é legal!)

Tal movimento, inevitavelmente chegou na América também. Lembrando rapidamente do que se trata o Iluminismo (no inglês The Enlightenment, no grego, não faço menos idéia… mas voltando ao conceito de estratégia…), então os filósofos dessa época eram basicamente seculares, ou seja, a razão e a ciência predominavam em relação a superstição e espiritualidade. No lugar do supernatural, o natural (as leis físicas da natureza). Procurava-se entender mais as leis dos Homens, do que a divina (vinda de Deus). A razão em contrapartida da fé.

Essa filosofia caiu como uma luva para certa regiões americanas, (mais ao centro e ao norte), uma vez em que nesses lugares predominava fazendas pequenas trabalhada pelos próprios proprietários. Alí, muito se precisava de cooperação mútua, e o espírito de tolerância era necessário, inclusive em relação a tolerância religiosa. Esse cenário contrastava com as colônias localizadas mais para o Sul, aonde havia grandes plantações com mão de obra escrava ( que a Tia Cotinha da escola chamava esse esquema de “plantation).

Muito bem, voltando ao cenário que eu pintei pra vocês das colônias mais ao centro e ao norte (lá pra NYC), conseguem perceber que alí foi desenvolvido um espírito de confiança  no progresso, de modo que os próprios homens seriam capazes de resolver seus próprios problemas. Pois muito bem, e é aí que entra BENJAMIN FRANKLIN.

Benjamin Franklin (1706 – 1790)  nasceu em Bonston, eventualmente acabou se mudando para NYC, mas foi na Filadélfia (da onde saiu o Will Smith em “Um Maluco no Pedaço”) que ele deixou todo seu legado (e é um dos motivos que eu quero tanto conhecer a Filadélfia. O outro motivo é pelo Rocky Balboa) começou trabalhando numa editora. Defendia a abolição dos escravos (esqueci o adjetivo que se dá a isso, foi mal aê) e tinha interesses em diversas áreas como ciência, filosofia, foi escritor, político, funcionário público, tinha interesse também na diplomacia(mais tarde foi discutir sobre a independência das colônias americanas na Inglaterra) e várias outras.

Para difundir suas idéias inicialmente ele publicava seus textos sobre o codinome de Ms Silence Dogood. Com o passar do tempo ficou tão rico que pode patrocinar a busca por tudo aquilo que o interessava.

Foi criador dos óculos bifocais, o pára-raios (afinal, com hifén ou sem hifén??), o forno que esquenta (existe algum que esfria, Luna?), um instrumento musical. Fundou uma Universidade e um hospital em Filadelfia e também organizou um departamento de combate ao fogo, biblioteca e policia. Tinha forte sentimento no coletivo público e acreditava que tinha que retribuir para a cidade que tanto lhe ajudou quando nada possuía. Por esse mesmo pensamento, todas as sua invenções eram de domínio público, pois já que ele aproveitou de invenções alheia, ele deveria sentir-se satisfeitos de dividir suas próprias com os outros (clap clap clap).

Cena clássica do Rocky treinando nas escadarias do museu

Ele escreveu uma auto biografia e nela numerou as 13 virtudes que devemos cultivar em nós mesmo para alcançar nossas realizações pessoas e sermos boas pessoas, entre elas estão humility (assim com Jesus e Sócrates) , silence (fale somente o necessário, evite conversa furada) e order (deixe cada coisa em seu lugar, deixe cada parte do business ter seu tempo).

Bom, gente, fala sério que uma pessoa dessa você não vê por aí todo dia. Gosto muito desse espírito coletivo americano, a idéia de que o público deve ser cuidado porque é de todos, e não escrotizado porque não é de ninguém.

Por hoje é só pessoal, espero que vocês tenham gostado das informações. Pra terminar o post, vou deizer uma série de quotations deixada pelo nosso ilustre personagem do dia aqui no blog.

“Peixe e visitas fedem em três dias.” (essa é muuito boa)

“Como para satisfazer a você mesmo, mas vista-se para satisfazer ou outros.” (não deixa de ser uma verdade)

“Nem uma fortaleza ou uma virgem vão se segurar por muito tempo se já começaram a negociar.”

“Mantenha o olho bem aberto antes de casar e meio aberto depois de casar.”

“Aonde há casamento sem amor, há amor sem casamento.” (de uma sabedoria ímpar)

  … beijo pra quem fica!!

Ps: traduções livres todas feitas por mim.

Como tudo começou – A Colonização Americana

Olá minha gente!!

Então, quando eu fiz esse blog, eu já imaginava está On line a essa altura do campeonato, e que agora estaria contando pra vocês como estariam meus contatos com a futura host Family (muito positiva eu!). Well, não rolou, eu continuo esperando a merda , digo, droga (mamis briga se falar palavrão ¬¬)do aceite e me dei conta de uma parada: tô começando a ficar preocupada de não mais ter assunto pra postar aqui 😛

tô cansando de esperar

Sério, seria muito mais fácil ter feito um blog sobre moda. Porque todo dia tem um esmalte novo pra comentar (que eu já não vejo mais diferença em nenhum deles) ou um (insira aqui a cidade que lhe convém)FashonWeek da vida… não seria muito mais fácil?? Nunca me faltaria assunto.

Pois bem, não posso falar ainda de malas, de presentes (se bem que já até adiantei um pouco isso aqui), da tensão do visto, de ter conseguido o visto (porque vou conseguir), de ficar ansiosa com embarque (e meu primeiro voo de avião #caipira), da festa de despedida, do chororô no aeroporto, etc etc

Então, pensando nisso resolvi abordar um assunto totalmente diferente e que eu adoro. Gente, eu sou apaixonada por História! E se Deus quiser, passarei a gostar de Geografia um dia também (para orgulho de papis). Vou dar um enfoque sempre que puder em História quando chegar a hora de contar sobre lugares que visitei (*olhinhos brilhando*). E espero de coração, não entediar vocês 😛

Como vou morar nos Estados Unidos (e sem fazer a menor noção de que Estado, mas ficaria muito feliz se fosse para Washington) vou começar a falar um pouco da colonização que foi completamente diferente da nossa.

Então vamos lá, que nossa “aula” de história vai começar!! (rima desnecessária essa)

Primeiramente, nada de exploração. Os primeiros ingleses que chegaram nos States chegaram fugindo da perseguição religiosa que tava rolando lá nas terras da futura princesa Kate Midlleton (quero muito ver o vestido de noiva dessa mulher). Pois é, os Calvinistas (uma teoria religiosa idealizada por John Calvin) achavam que a corrupçao estava demais na Igreja Anglicana, religião oficial da Inglaterra, fundada por um Rei muito esperto (Henrique VIII) que com uma machadada só conseguiu se livrar do Papa mandando no seu país e de uma mulher baranga. Os Calvinistas queriam, por sua vez, purificar o Anglicanismo e livra-la de toda essa corrupção. E é por causa disso, que eles ficaram conhecidos como “Os Piratas”, quer dizer, “Os Puritanos” ( turum tsssssssss) 😛

Obviamente que o Rei inglês não ficou nem um pouco contente com essa situação e deu-se inicio a uma perseguição violenta aos puritanos que cada vez mais criticavam a oficialidade de bispos e até mesmo do próprio Rei (tavam pedindo também :P).

Para escapar da perseguição que se seguiu na Inglaterra eles tiveram que fugir para o Novo Mundo, para América. Os primeiros puritanos navegaram em 1620 num navio conhecido como o “Mayflower” ( o primeiro navio a chegar ao que seria conhecido futuramente como Os Estados Unidos). Eles chegaram na costa leste e foi alí que foi fundado mais tarde as 13 primeiras colônias (certeza que isso vocês já viram na escola :))

as famosas 13 colônias

Pois bem, claro que as coisas não seriam nada fáceis para os pobres dos puritanos (porque sempre tem que rolar um drama). E a adaptação foi muito difícil. Mas foi graças a disciplina e aos valores que os puritanos carregavam com eles que conseguiram ultrapassar as adversidades que a nova terra impunha.

uma mocinha puritana

Valores esses que se baseavam em: simplicidade, negócio (industry) e parcimonia. Ou seja, trabalhar muito, economizar e consumir apenas o necessário para que não venha faltar mais tarde. Esse foram os valores os quais os Estados Unidos foram fundados. Ironicamente, mais tarde esse mesmo país ficou conhecido como o “país do consumismo” (mas isso é cena para os próximos capitulos).

E claro, para garantir conhecimento, os puritanos desenvolveram também um sistema de escolas primárias para que fosse possível garantir a produção de literatura, e óbvio, cultura em geral. Em 1636, um pouco depois da chegada dos puritanos na América, eles fundaram Havard College (a primeira universidade americana).

Com o passar do tempo esses valores foram se modificando, ainda houve uma tentativa de acordar para esses antigos valores. Em inicio do seculo 18, houve um ministro Puritano (Jonathan Edwards) que em seus sermões pregava a volta desses valores, e o tom era sempre muito ameaçador, numa tentativa de trazer de volta o estilo de vida puritano.  Esse movimento pela volta das raizes puritanas ficou conhecido como “The Great Awakening”.

Bom, vou parar por aqui hoje. Confesso que me empolguei um pouquiiiinho. Mas espero que vocês tenham gostado.  E possam entender um pouco mais o lugar e a história das pessoas que estão prestem a ir viver. Só pra lembrar, não sou nenhuma especialista no assunto, só uma apaixonada pelo tema mesmo. Se tiver alguma coisa errada, favor, avisar da canelada aí nos coments!!

E o que acharam? Será que ficou interessante, ou esse post acabou servindo para ninar vocês, e tem gente até roncando em frente ao monitor?!! Feedbacks são mais que bem vindo!!

Por hoje é só pessoal !!

 Deixo pra vocês a ilustração do “Mayflower” feito por mim e pelos meus colegas , na época do curso formação para professor. Ficou perfeito, tem até puritanos na popa (ou proa, sei lá).

Mayflower - ficou perfeito 😛

… e beijo pra quem fica!!

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