It was Legen… wait for it…

DARY!!

It was LEGENDARY, people!!

É assim, que vou começar  a narrar como foi meio ano novo, em plena Time Square.

Depois de muito pensar se eu deveria topar essa loucura eu pensei, cara, tenho que ir. É mais uma daquelas paradas de dar o check in na lista da vida. Sabia que iria me f#der, mas como diria o  velho e sábio ditado, está no inferno, então abraça o capeta!

Reveillon na Time Squart é o mais famoso do MUNDO! Vem gente de tudo quando é lugar do mundo, e eu morando aqui, não podia perder.

A aventura começou pra mim de madrugada: as 6 horas da manhã. Levantei, escovei dente, joguei água na cara, coloquei o sobretudo (por cima do pijama, americanizei) e fui dirigindo de forever alone até Chappaqua. Num sono, no escuro e chovendo. Coisa linda de meu Deus!

Agora eu sei porque não se deve dirigir quando se está cansada. Eu simplesmente não podia piscar. Deixei o som alto e vim numa concentração pra não fazer merda.

Cheguei na Gabi umas 8 horas em ponto. Nem ela acreditou na minha pontualidade. As 7:50 eu já estava ligando pra ela preparar o café que eu já tava chegando (e pra saber a saída certa da SawMill porque depender do meu GPS, te contar, viu?).

10 e pouca já éramos as preparadas (o baile todo) na estação pra pegar o trem pra City. Eu, Gabi, Bárbara e toda galera de Weschester, aparentemente. Parecia hora do rush.

Eu, que normalmente sou “a” cagada de urubu, não tive meu ticket esburacado pelo carinha do “ticket please”, olha aí que presente de ano novo (me contento com pouco, menos com pantufa e M&M). Mas como não sei quando vou pegar aquele trem de novo, dei meu ticket intacto pra Gabi (é muito amor!).

Como fomos para Times: eu fui sem bolsa. Enfiei nos bolsos do casaco a câmera, o celular, o Ipod (pra caso batesse um tédio), dinheiro e CNH do Brasil (que é pequena e molinha). Bárbara tinha uma micro bolsa transpassada e ela deixou as coisas dela lá.

A Gabi já levou uma bolsona gigante, com os nossos snacks, nossa água e nossa água batizada. Távamos naquela cagaço da revista (tinha gente falando que eles revistavam, tinha gente que dizia que não revistavam, informçãoes tudo desencontradas), e de não poder entrar de bolsa. Mas deu tudo certo, como vocês verão mais lá pra frente.

Eu fui tirando uma nap básica no trem (porque a mula trabalhou até tarde no dia anterior) e chegamos na Grand Central por volta de 12:00. Como o outro elemento que faltava pra chegar estava atrasada, fomos no McDonald nos abastecer.

Aí que tá, porque como sabíamos que a espera seria grande, a gente fez essa parada estratégica no McDonald e nos empanturramos de carne de minhoca. E aproveitamos para ir no banheiro, porque seria a última vez (escorre uma lágrima).

Dona Lais chegou toda trabalhada na maquiagem carregada e sua saia piriguete de night toda toda. Ufa, ela conseguiu chegar! Fizemos nosso pipi básico e fomos nós caminhando e cantando e seguindo a canção para a Times Square.

A essa altura as ruas já estavam sendo fechadas. Porque o Reveillon na Times não funciona como em Copacabana, que você chega, se posiciona em qualquer lugar e fica lá pra sempre. Na Times não é assim que a banda toca. Eles vão fechando e abrindo determinadas ruas pra controlar o tanto de pessoas que podem ficar em um determinado lugar e assim não super lotar um local.

O problema é que uma vez que você entrou numa dessas barreiras, meu bem, não pode mais sair. Quem tá dentro não sai e quem tá fora não entra mais. Simples assim. A não ser que você tenha um passe de algum hotel daquela rua, aí você, seu VIP dos infernos, pode passar (guardem com carinho essa informação).

Enfim, começamos a rodar as ruas e elas já estavam embarreiradas. Quem tava dentro os policias colocavam pra fora porque não adianta você chagar lá as 7 horas da manhã. Lá por meio dia que começa a arrumação das ruas e os policias remanejam as pessoas.

Finalmente encontramos uma rua aberta, que era a 48th com a 7th na altura da loja do M&M (tô com trauma, nunca mais vou querer comer M&M na vida, mas isso é outra história). Ficamos ali e quase morremos esmagadas. Sério, me bateu um pânico. Pensei, morri. Putz, morri foda em plena Times Square.

Meus pés não tocavam mais o chão, sensação horrível e não dava pra sair mais. Até uma policial do meu lado ficou meio assustada. Mas ela falou que iriam abrir a barreira que estava bem na nossa frente, então galera, se fode aí mais uns minutinhos.

Ai cara, quando abriu a porteira, putz, foi um horror. Os policias teoricamente teriam que revistar a galera, mas não dava pra controlar  a multidão. Eu não entrei, fui entrada. Quando eu vi PUFT já tava lá,  e o melhor de tudo, como não deu pra ter revista a bolsa da Gabi passou junto.

Qual o problema da bolsa? Acho que todo mundo já sabe, mas não custa avisar. Aqui no EUA é PROIBIDO carregar ou beber qualquer tipo de bebida alcoólica em público. Tem que dar uma disfarçada. Mas cara, como fazer pra aguentar o frio por umas 10 horas? Tinha que rolar uma vodca porque senão não dava.

O que a gente fez? pegamos duas (nos arrependermos, tinha que ter sido mais) garrafinhas de água, dessas pequenas, e colocamos vodca. Pura? É pura! Pura, porque era pra aguentar o frio,  mas não podia dar na pinta, né? E outras duas garrafinhas mas que eram de água mesmo.

só faltava isso

E isso foi que deu uma segurada no frio, porque PQP! Lá pelas tantas você não sente mais nada. O frio vai entrando em todas as partes do seu corpo, e como na maior parte não tem música tocando, você tá lá paradão tomando vento na cara. Parecia que iríamos morrer de hipotermia. Juro, o gole na vodca (que  puro até parece álcool de cozinha) foi o que ajudou a dar uma segurada no frio.

Aí fia, quando entramos na barreira foi só alegrias. Nos posicionamos perto de uma cerca, só pra caso de necessidade ter uma escape fácil (eu tenho pavor de multidão). E ficamos lá, segundo a Lais, 100 metros de distância do palco 😛 Aonde ninguém mais podia chegar.

Ficamos na frente da bola, mas atrás do palco. Razoavelmente perto e confortável. Naquela altura do campeonato, sentar no chão foi um conforto e tanto. Como diria a Gabi, só faltou o baralho.

só faltou o baralho

Aí ficamos nos socializando com  a galera. Tinha um grupo muito engraçado do Canada. Eles tavam de calça jeans e camiseta. E  agente lá com vinte mil casacos, congelando. Eles morriam de rir da nossa cara, falando que aquilo era o verão deles. Enquanto que pra mim já era a Sibéria.

Mas ainda faltava mais um elemento, que veio diretamente da Carolina do Norte. Atrasada com sempre, a Cris ainda não tinha chegado e eu pensei, fudeu, ela não vai entrar mais. Mas cara, que baixinha mais persistente é ela (também, muito amor!).

E não é que de barreira em barreira ela foi convencendo os policiais a entrar até que ela chegou a mim. Cara, ela me liga já, quase chorando, Luna tô dentro de qualquer coisa, levanta aí a mão pra eu te ver. Eu subi na cerca lá de ferro com a bandeira do Brasil da Lais e fiquei acenando loucamente até ela me ver.

E ela veio toda desfilando, até me enxergar e vir correndo. Foram muito abraços (a Cris é amiga velha, de lá do Rio, esse mundo é muito pequeno) e tava sozinha, foi muita emoção. Mas ainda faltava a barreira final, a que nós estávamos. Ela não podia passar. o policial veio, falou que não podia, que se deixasse ela entrar todo mundo iria querer entrar e blá blá blá.

A gente pediu, implorou para o policial pra ela entrar. Até os canadenses que estavam perto estavam pedindo pra deixar ela passar por um buraco que tinha na cerca. A Lais ficava mandando o policial se virar. Até que ele, coitado, no auge da simpatia, falou: vou me virar por 7 segundo e eu não vou ver nada.

A Cris escorregou para o nosso lado e pronto, não estávamos mais separadas. Comemoramos muito, até os canadenses comemoraram. Na hora do perreungue, filho, todo mundo se une.

e assim a Cris (a da esquerda) conseguiu entrar

Fizemos escambo de coca cola por vodca com os canadenses pra  poder render mais a parada e ficamos lá, virando picolé esperando dar meia noite.

Seguinte, tô com a ligeira impressão que esse povo não sabe fazer festa, pelo menos não como os cariocas. Eu tô quase me oferecendo pra ser produtora do evento da times e dar uma levantada naquilo lá, porque em Copacabana, meu filho, ninguém fica parado. E a espera e o perrengue é o mesmo, debaixo de um sol de 40 ºC.

Pra começar: não toca música. Isso mesmo que você ouviu cara pálida. Quando começou a tocar música, eles esqueciam no repeat e ela tocava over and over again. E depois… parava de novo.

Daí, 6 horas deu-se início a cerimônia. Teve umas paradas lá da China, boring pra caceta. Fica um carinha lá tentando animar a galera. A única coisa que ele falava entre uma apresentação e outra é a tal tradição de se beijar a meia noite.Se fode aí forever alone. Eu e toda a torcida do flamengo nos sentimos o Chandler.

As apresentações no geral são chatas e você mal consegue ver porque o único telão que passa é o da toshiba que fica atrás da bola (que é minúscula diga-se de passagem. Vira e mexe eu perdia a bola), telão esse bem pequeno, como vocês podem ver pela foto. E dependendo do lugar que você fique, nem som você ouve (não foi meu caso, eu estava a 100 m de distância :P).

a bola petititinha e atrás o único telão que mostrava as apresentações

Cara, em Copa isso é inimaginável. Se depender, até no Flamengo nego tá ouvindo o que acontece no palco. Tem música o tempo inteiro e você escuta não importa aonde esteja. Não é a toa que todo mundo tinha simpatia pela a gente, porque ficávamos lá pulando pra animar, todo mundo em volta olhava e comentava, nossa brasileiro é animado mesmo (e concluiam com, precisamos ir pra lá no carnaval :P).

E aí começou o que foi a melhor apresentação de todas, por incrível que pareça, o Pitbul. Nem seu sabia que ele tinha tanta música conhecida assim. Mesmo sendo maior playback, foi legal. Esse cara é engraçado, maior cara de canastra, eu morro de rir só de olhar na cara dele. E ele conseguiu tirar o pé da galera do chão, como diria nossa amiga Ivete.

Pitbul na telinha

Depois de mais uma espera e muito blá blá blá, foi a vez do Justin Bieber se apresentar. Sério, me recuso a comentar, vou até mudar de parágrafo…

Então, mas como eu não me aguento, vou falar assim mesmo. Primeiro, eu, como dá pra imaginar, não gosto de Justin Bieber e aquela franja me irrita demais. Só que né na festa é diferente. Mas o Justin teve a idéia mais estúpida de todos os tempos: tocar “Let it be” dos beatles.

Just Bieber

Cara, ele não conseguiu agradar os fãs do Beatles (presente!) vendo ele assassinar a música e John Lennon se revirando na tumba, e nem os fãs deles que não faziam idéia que música eram aquela. Valeu aí espertão! Putz, era melhor ter tocado Baby, baby. baby ooohhhhhhh e pronto, quem gosta iria adorar, até os chatões como eu iriam pular (qualquer motivo pra se mexer e espantar o frio) e, pronto, pelo menos agradariam ou gregos ou romanos e alguém ficaria feliz.

Mas nãooooo esse povo não entende nada de evento, viu? Ah, daí ele tocou essa música e ralou peito. Só! A cara da galera de, ué, ele já foi? Aí o Pitbul voltou e fez a sua graça. Tocou na nada menos que “Give me everything tonight…” e pronto, animou a galera tudo de novo.

Só mais uma observação sobre a apresentação do Justin (eu não me aguento), cara, se não for em Olimpíadas, não me toca uma música triste, né? Tem que agitar a galera pô, cadê a bateria da Mocidade pra agitar o pessoal? 😛

E aí cara, a vontade de fazer xixi já tava descomunal. O frio me faz ficar com muita vontade de fazer xixi. A Bárbara já tinha feito xixi na fralda, no chão (fizemos barreira com ajuda de dois brasileiros, mais os canadenses e ajuda da bandeira do brasil da Laís. A Cris também tinha feito um meio xixi, no mesmo esquema… até as canadenses copiaram a idéia porque tava foda.

Mas eu não consigo. Eu tenho um bloqueio mental cara, porque você tá no meio da rua, sabe… gente, eu ficaria horas alí com a bunda pra fora e o xixi nunca iria sair. Mas mesmo assim, ele tava alí, por mais que eu tentasse enganar a vontade, ele tava alí. E como falei, quem ta fora não entra, e quem ta dentro não sai mais.

Maaas a minha querida Cris, que é uma baixinha muito da insistente (quero ser que nem ela quando eu crescer) virou pra mim e falou: um dos policias me deu um passe desse hotel ( e apontou para um hotel perto da gente, que eu achava que era uma loja #caipira) vamos tentar entrar?

E eu: ai Cris, tem certeza? E se a gente não poder voltar mais?(sentiu que eu sou a medrosa) . E ela,  vamos tentar ué!

E não é que ela conseguiu? Beleza, o segurança deixou a gente pular a cerca e fomos no hotel. Ahhh que delícia, temperatura agradável. Subimos no elevador e demos de cara com um festa. Tinha lista na porta, claro que não entramos na festa, fomos direto para o banheiro.

só no conforto

Ahhh que bom poder fazer xixi que nem gente, com dignidade e no quentinho. Aproveitamos pra dar um trato na cara e retocar a maquiagem. Ainda não acreditávamos que tínhamos conseguido entrar alí.

Mas a prova de ferro ainda estava por vir, voltar para o lugar de origem. Quando estávamos saindo do hotel , uma mulher com a cara da Queen Latifah só que mais gorda, não deixou a gente voltar. Ficou apontando por onde deveríamos nos dirigir. Eu, a cara da tensão, pensei, fudeu. Perdemos a barreira.

A Cris, toda pimpona virou para um cara (homens sempre são mais gentis que mulheres) falou toda natural que éramos hóspedes do hotel, que tínhamos pedido ao segurança para ir no banheiro e que ele tinha garantido que poderíamos voltar. O cara falou pra ela: impossível, eu sou o chefe dele e apontou para o cara.

Aí ela, ué então vamos lá falar com ele. Ele ficou mega desconcertado, eu querendo já sair, pendurar a derrota no pescoço e ir embora. E só ouço a Cris falando, mas você  não precisa abrir a barreira, eu dou uma puladinha, ué.

Eu sei que depois de toda uma resenha, ela conseguiu fazer o segurança deixar a gente voltar para o nosso lugar. PQP!! Falei pra Cris,, não vai mais gastar toda a sua sorte hoje. Chega por hoje, né?

Enfim, aí ficou muito mais fácil aturar o frio ( a vodca já tinha acabado #TodasChora) mas de xixi feito, e ter se esquentado um pouquinho, era só alegrias. Não para a Lais, coitada, ela já tava chorando lágrimas de sangue, se concentrando pra não virar picolé.

aparição fail do duende verde, lagarto verde sei lá o que é isso...

E olha que segundo todo mundo comentou, nem tava tão frio. Deveria estar uns 7ºC mas que por causa do vento a sensação era menor. Mais mesmo assim, nessa época do ano a temperatura já tem bem abaixo de zero e nevando. Sinceramente, acho que assim eu não aguentaria não.

O que me salvou foi que mesmo não estando nevando, eu fui com bota de neve. Porque é mais quentinho por dentro, o chão fica gelado depois de algum tempo e o frio passa pelo sapato normal. Mas como o meu era isolante, então fiquei com os pés bem quentinhos. Enquanto que a mão, nossa, luva de 1 dolar nunca mais #pobreza.

Lá pras 11 e cacetada a Ladu Gaga me aparece tocando uma música que nunca tinha ouvido na vida. Acho que tava todo mundo tão morto que ninguém nem conseguiu animar. Depois ela cantou “Merry the Night”, também tava meio blá e depois “Born thisWay” o que deu uma animadinha, pelo menos pra mim.

Lady Gaga

E… depois de nada menos que 10 horas de espera, finalmente ía começar a contagem regressiva. Que emoção! Com um minuto a bola começa a descer, e ela vai descendo devagar, devagarinho, tipo como num elevador (na minha cabeça era uma descida rápida e brusca). E a gente vai… 10,9,8, 7 a essa altura do campeonato eu já tinha perdido a bola, 6,5,4,3 menor idéia por onde a bola estava,2  ummmmmmmmmmm!!

HAPPY NEW YEAR!!!

Uhuuu, os casais se beijam, segundo a tradição todo mundo deveria beijar alguém, mas não vi estranhos se beijando. Isso é lenda. Só dá beijos os casais mesmo.

Enfim, nem vem que todo mundo se beija, mentira, não vi nenhum estranho agarrando estranho. Só os casais. O resto se abraça mesmo. Cai um monte de papelzinhos dos prédios e começa a tocar New York, New York. No fundo, dá pra ver os fogos (bem pobrinhos) do Central Park.

papelzinhos

Nessa hora eu esqueci das 10 horas quase virando picolé no frio, da fome, da sede, da vontade de fazer xixi e do cansaço. Foi emocionante pra carai…

E ai? Ai filha, é fim de festa legal. Os policias começa a remanejar o povo pra sair. Não pode ficar lá hanging out na rua, tem que seguir o fluxo. Nem mudar a direção, o caminho de vazar já está determinado, e você é literalmente colocado pra fora da Times Square.

Aí quem tem festa pra ir ruma para as suas festas. Eu não comprei  convite porque eu não sabia se iria estar afim de festa ou não. Eu não queria badalar, eu queria ver a Time Square, mas se o corpo aguentasse eu toparia um bar.

Acontece que o corpo não aguentou. Lembrando que eu acordei as 6 horas da manhã e tinha trabalhado até a meia noite do dia anterior, eu tava um caco, morta com vinagrete. Ainda assim caminhamos até ao McFadden e desovamos a Lais e a Cris que tinham fogo o bastante pra aturar cair na gandaia.

E depois me bateu um arrependimento tão grande de ter deixado a Cris sozinha lá, afinal ela veio lá das carolinas. Nossa, morri de culpa depois e liguei e mandei mensagens pra ela pedindo mil desculpas, me sentindo a pior pessoa do mundo (dramática).

Mas mesmo assim: CRIS, AÌ DESCULPA DE NÂO TER FICADO. TÔ DEVENDO UMA NIGHT CONTIGO. JURO QUE NA PRÓXIMA EU FAÇO TUDO QUE VOCÊ QUISER :p

Mas enfim, Gabi, Bárbara e eu voltamos para a Grand Central e voltamos para Chappaqua. E fim!!

Agora vamos as considerações finais (como sempre!): então né, primeiro Ano Novo sem brinde. Aliás, senti falta de ver um monte de Cidra Cereser sendo aberta a meia noite.

Eu sei que o Reveillon na Times Square é famosos e nananã, mas cara, Copacabana é muito mais bonito e emocionante. Sério, na boa. Eu sei que eu sou a chata de galocha difícil de impressionar, mas eu dou a Cezar o que é de Cezar.

O Rio tem vários defeitos, mas o reveillon de lá não tem pra ninguém. Primeiro, que você  vai e fica aonde quiser e não tem confusão. Você pode ficar espalhado por toda orla que você vai ouvir o som, e tem telão espalhado então você não precisa ficar perto do palco. E o telão é grande!

Porque na Times eles não usam aquela infinidade de telão não. É só um o que fica atrás da bola bem pequenininho.

E assim, quando começa a cerimônia, meu nego, a festa não para (voltamos a falar de Copacabana). Tem música, show o tempo inteiro, sem apresentação chata de dragão da China (que merda que foi aquilo?). Só pára tudo pra fazer a contagem regressiva e depois volta a festa. Termina lá para umas 2 horas da madrugada e tem nego que fica até o sol raiar.

Na Times não, acabou é tchau, e o show é bem rápido. Depois da contagem, tipo acho que dá uns 5 minutos de música e papel cainho do céu. Os fogos do Central Park são bem caídos (acho que até no piscinão de ramos os fogos são melhores).

Mas claro que a experiência é única e mais uma vez pude dar um check na lista de coisas que tenho que fazer antes de morrer (ou como as meninas falam, a lista da vida). Amei a experiência, o tempo colaborou muito (mais frio que aquilo não sei  se suportaria) e fiz uma vez para nunca mais:P

Também amei passar o Reveillon com gente tão querida, a companhia fez tudo ficar legal e engraçado (e a vodca também).

Mas falando sério, a dica pra quem pretende ir: roupa confortável e quentinha (não vão me meter um salto 15, minha filha), snack no bolso, cara de pau caso você precise (A Cris tem pra dar e vender0 e alcool pra poder aguentar o sudoeste norótico na cara. Mas não vá ficar bêbado e correr o risco de perder a  bola cair, ou pior, ser preso.

Gente, tentei contar tudo no mínimos detalhe mas acho que esse post ficou chatão de enorme. Mas vou deixar, porque daqui há um ano eu quero ler isso aqui pra eu poder lembrar como essa aventura foi.

beijos pra quem fica galera!

Adeus ano velho…

Hoje é um novo dia, de um novo tempo que começou. Desses novos dias, as alegrias serão de todos é só querer … e todos nossos sonhos serão verdade, o futuro já começou…

Primeira vez, desde que eu me lembro gente, que não escuto essa musiquinha no final do ano. Desculpa aí, eu tinha que colocar isso pra fora!

Cambada, passando rapidamente pra desejar boas entradas (seguura as piadas meu povo). De coração, um bom 2012 para todo mundo! Se tiver, se acontecer o fim do mundo, olha que legal, eu verei com meus próprios olhos a Estátua da Liberdade desmoronar 😛

Enfim, preparação aqui a mil para amanhã. Adivinham? Time Square, baby! Podem se preparar porque terá  post contando sobre essa aventura.

Também preparei uma sequência de post bem legal pra 2012 que acho que vai interessar as meninas que estão na fase inicial do programa: malas (na visão de quem já está aqui), presentes pra trazer, até sobre cursos e roupas de frio.

Mesmo já tendo feito post sobre malas por exemplo, mas agora posso falar com propriedade porque né, tô aqui, sei o que funcionou e o que não. Então as dicas terão mais propriedades, digamos assim.

Outra novidade muuuito legal, que ninguém nota, mas eu preciso dividir: agora eu sou “.com.br” uhuu o/

Sim meninas, pra deixar o blog com cara mais profissa e menos amador eu tenho um domínio pra chamar só de meu: http://www.ontherighttrack.com.br. (ainda complocado, mas sem o ‘baby’ e sem o ‘wordpress’).

O legal de ter uma Url própria é que te dá mil possibilidades com lay out, por exemplo. Ainda tem umas paradas chatas técnicas pra resolver, como ver o servidor e tal, mas eu tenho gente muito talentosa trabalhando nisso ( lembre-se mano, do or not do, there is no try :P). Falando assim, até parece que isso aqui é importante 😛

E o que muda isso na vida de você? Que eu saiba, absolutamente nada gente. Só continuar vir aqui me visitar, dar aquela mora, normal 😀

Beleza gente, deixa eu ir nessa que amanhã é dia!

Feliz ano novo meu povo, see you in another life, brother 😀

E claro,

beijos pra quem fica (sempre)!

ps.: para 2012 eu desejo ter muita paciência e saco pra aturar mais 6 meses nessa vida de au pair 😛

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