Chegou meu kit!

Diz aí, sou ou não sou a pessoa mais sem criatividade pra criar título de post?!

Mas enfim, tá chegando a hora de partir e os preparativos estão ficando cada vez mais frenético. Semana passada tive meu último acompanhamento psicológico na agência com a fofa da Marcela e foi ela também que me deu as instruções pré-embarque.

Vou fazer um adendo aqui e comentar um pouco sobre a agência que eu escolhi pra fazer esse intercâmbio doido. Escolhi a World Study (Rio, franquia Barra da Tijuca) depois de muito telefonar, e-mailar e por fim andar em todas ou praticamente todas as agências que existe nessa cidade. Foi praticamente uma viagem pelo Rio. Mas todo esse esforço valeu a pena, estou muito satisfeita com o serviço da World Study.

Depois de muito pesquisar eu tinha ficado em dúvida entre duas: a STB e a World Study. O engraçado foi que eu sempre achei que quando fosse fazer um intercâmbio seria pela STB, que por ser mais conhecida, tinha um marketing foda, sempre presente nos jornais que eu lia, no curso de inglês que estudei e pela internet a fora.

Pois bem, estava quase que decidida. Mas faltava visitar uma agênciazinha, que ninguém conhecia (ninguém entenda-se por mim mesma), que nunca tinha visto um planfetinho sequer e tinha um site bem ok mas que tinha um ponto mais que positivo, o fato da irmã da minha colega ter ido fazer o mesmo programa (alerta de frase solta) pela World Study. Indicação nessas horas pesou muito.

Depois do contato pelo telefone (primeiro teste, já teve agência que desisti ali mesmo, porque o atendimento foi péssimo), foi ótimo, a menina respondendo todas as perguntas e olha que eu não sei perguntar pouco. Próximo teste, ir conhecer a agência. Foi ótimo. Tão bom que de lá já tinha me decidido. Foi o famoso feeling, os santos que batem, intuição … (fiquem a vontade de inserir o nome que vocês quiserem).

Eu não pude reclamar, eu tive toda assistência do mundo sempre que precisei, inclusive na fase mais difícil do meu processo que foi a espera pelo aceite da APC. Quando eu tive match, a Carol que era responsável por mim comemorou junto. E as vezes eu meio esquecia que estava lidando com agência, parecia que todo mundo ali estava no mesmo bonde que eu.

Bom, tive acompanhamento psicológico (que consistiu basicamente em a Luna falando pelos cotovelos). Tive um mini treinamento para a entrevista do visto, já cansei de falar pra vocês que eu fui com todos os docs todos arrumado. E por fim, passei pelo treinamento pré- embarque, que foi desde de conferir item por item se eu não estava esquecendo  alguma coisa (um check list pré-embarque), até como se comportar no  aeroporto.

Só pra lembrar que cada franquia trabalha de um jeito, eu não posso falar que o tratamento será o mesmo da franquia Rio Leblon, por exemplo, mas posso dizer que na agência que eu fui, eu não tenho o que reclamar. E pra mim, o diferencial foi o fato de por ser menor, eu ter toda atenção do mundo, eu entrava em contato direto, e sempre de forma bem informal. Com direito a uma mini comemoração quando meu visto foi concedido.

É isso que eu tenho pra falar. Agora vamos esperar como será a eficiência da AuPairCare lá pelas terras do Tio Sam. Minha sugestão pra quem está na fase de “escolhendo-a-agência” é pesquise, vá atrás, telefone, e feche com aquela que seu olho brilhou mais. Pra mim foi pelo atendimento, quando eu topava com alguma agência que o atendimento era ruim (tipo dar informação errada, ou de má vontade) eu pulava fora.

E pra fazer jus ao título, vou  mostrar o Kit embarque que recebi da World Study.

Kit embarque

O kit contém: 1 camiseta World Study, 1 camisinha capinha para o passaporte (ou simplesmente porta-passaporte), 1 doleta, 2 etiquetas para identificação das malas e uma mini pasta pra colocar todos os documentos (que deve ter um nome mas que eu esqueci).

  É isso, por hoje,

beijo pra quem fica!!

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Processando – Parte 1

 

Faaala gente boa!!!

Hoje vou falar especificamente sobre o tal do processo de se tornar Au Pair. Vou começar desde a escolha da agência, até o final do bendito visto. Se no meio do caminho eu perceber que esse post está ficando xicante (como diria Sr K), eu vou dividi-lo pra não ficar, tipo assim, chatão 😛

Então, quando você decide ser Au Pair, a primeira etapa é a escolha da agência. Aí alguma alma vai gritar do outro lado do monitor, mas conheço pessoas que foram se agência. Sim é possível sim. Eu particulamente acho uma loucura f*da, porque se acontecer qualquer coisa, você não tem quem a recorrer lá nos States. Então, se você precisar de um rematch fia??!! Fuuuuuu

Sem contar que com a agência você tem uma semana (são cinco dias se não me engano) de preparamento, vai ter uma LCC tomando conta de você lá, até fazendo meetings com outras Au Pairs, sem contar, que esse negócio de ir por conta própria pode ser uma bela furada, chegar lá e não encontrar nada daquilo que tinha combinado.

As funções de uma Au Pair são reguladas pelo governo americano, por tanto, as agências ( e lógico, as hostfamilys) tem que obedecer todos esses critérios, como bolsa de 500 obamas pra fazer um curso que você quiser, o salário, as férias, tudo bem regradinho…

As Agências:

Aqui no Brasil você tem que escolher uma agência de intercâmbio  que trabalhe especificamente com o programa de Au Pair. Quase todas elas oferecem essa modalidade porque é um intercâmbio bem barato (se você comparar com os outros), ou seja, bem procurado.

As agências aqui do Brasil, por sua vez trabalham em parceria com uma agência (agência, agência, agência) lá dos States, como a Au pair Care, tem também a Cultural Care, tem também a API (que não sei o nome todo ¬¬) enfim, então dependendo da sua escolha aqui, será a gência que vai te gerenciar lá, por exemplo, a STB trabalha com a APC (vamos começas nos acostumar com as siglas meninas :P) , ou seja, será a APC que te dará todo suporte lá, te deixara On Line aqui para as famílias te verem e entrarem em contado (mas isso é mais pra frente)…

 

E agora josé???!!!

Bom, antes de você sair por aí brincando de uni dune tê com as milhões (ôo exagero) de agências disponíveis por aí, vale a pena dar uma pesquisada antes. Essa primeira estapa é tudoooo, porque é a partir da escolha da agência que saberá como seu processo será desenrolado. Essa escolha é bem pessoal, meninas, é uma coisa de feeling. Por aí você vai escolher milhares de meninas falando  bem de uma, outras falando mal dessas mesmo. Aqui rola um pouco de feeling mesmo, de santo que bate ou não, do olhinho que brilha. Mas tem que pesquisar.

No meu caso eu visitei cada uma delas, sim, porque depois de olhar na internet e ligar, achei que era pouco, então agendei uma visita. Detalhe, cada uma fica num canto da cidade ¬¬

São elas: Experimento, Central de Intercâmbio (CI), STB e a World Study.

Minha experiência:

Assim, como falei lá em cima, isso é feeling de cada um. A CI, por exemplo, eu descartei logo de cara, achei que a atendente não era muito atenciosa (mas conheço meninas que estão mega satisfeita com a CI). Na experimento eu fui muito bem recebida, a mulher queria que eu me escrevesse tipo já (não gostei desse hush não), mas não rolou (feeling aí) e o valor do programa era mais alto que das outras. Na STB foi ótimo, adorei, muito bem atendida, mas no final acabei optando pela World Study  (e consequentemente pela APC), aonde eu já tinha indicação de uma pessoa que já tinha ido, valor justo, meninas super atenciosas e o santo bateu o/ #winning (#CharlesSheenFeelings)

É isso meninas, por hoje é só, pessoal porque o post ficou (outra vez) xicante 😛

Espero ter ajudado, qualquer dúvida, tamos aí 😀

Beijo pra quem fica!!

Ps: links dos sites das agências

Experimento

Central de Intercâmbio

STB

World Study


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