Escolhendo a fofaiada certa

Olá pessoas que não sei se leem mais esse blog, tudo bem?

Antes de mais nada um AVISO: post enooorme, mas muito útil. Se eu fosse você você, cara zero meia, anotaria essas dicas com muito  amor e carinho 😛

Continuando com a sequência de posts “utilidade pública” para au pairs iniciante… vamos falar da etapa mais difícil na vida de uma au pair, a escolha da famílias, ou como eu prefiro falar, a escolha da fofaiada.

se prepara para o que te espera

Porque infelizmente, a família que você vive que vai ditar sua vida aqui, e vai determinar grande parte da sua felicidade como au pair em Terras do Tio Sam (tá meio batido essa expressão, né não?!)

Vocês acompanharam minha saga de escolha de fofos por aqui, bem detalhada como sempre, mas né, naquela época era garota e escolhi a família errada. Como eu passei duas vezes por esse processo chato, eu , no auge da minha humildade, já tô me achando um pouco mais caveira no assunto 😛

Uma coisa é fato, você só sabe o que quer depois que chega aqui e talvez essa seja a maior razão que depois do rematch a vida da au pair tende a melhorar. Porque aí você não vai pelo achismo ou impulsividade ou pressa de viajar (presente!) mas sim pelo que mais tem chance de dar certo, sabendo o que você tá disposto a aturar ou não, seja pelo schedule, pelas leis da casa, ou pelo estilo da família, números de crianças e por aí vai.

Para tentar minimizar isso, vou tentar desmistificar esse processo, e a primeira coisa que tenho a dizer que essa história de “feeling” é bullshit! Pronto falei!

Ouvi muito essa parada de feeling e na boa, maior história da carochinha. O que você tem a fazer é mais ou menos selecionar suas prioridades  e na hora de conversar com a família você saberá o que é importante, e o que você acha que não viverá sem afinal, você não terá tudo. As vezes a família é foda, mas tem 4 filhos. As vezes não tem curfiew mas o lugar parece smalville e por aí vai.

Primeiro de tudo: tenha em mente que sei lá, 97% das famílias são um bando de filhos da p*ta que só querem uma escrava baba, não entendem nada do programa e só querem alguém para criar seus filhos no lugar deles. Com isso em mente, pode fazer a listinha de coisas que podem tornar sua vida mais confortável.

Ahhh mais eles parecem tão legais. É, mais na hora dos interesses prevalecerem, serão os deles primeiro. E você filha, bom, você é só au pair, então, se f*de aí. Mas né, não vai me perguntar sobre carro na primeira entrevista, se não a mulher vai achar que você tá mais interessada na sua vida social que nos pirralhos delas (o que não deixa deixa de ser verdade :P).

Exemplo: ter carro! Ter um carro aqui nos EUA não é luxo é necessidade. Você não vai na esquina comprar remédio sem carro pois o país funciona a base de carros. Nos subúrbios não tem transporte público como estamos acostumados no Brasil, no máximo um trem, mas né, você precisa se deslocar até a estação pois até aonde eu saiba, o teletransporte ainda não foi inventado.

E aí que entra: se você for tomar conta só de bebês, por exemplo, grandes chance de você não ter carro porque né, bebês não tem uma vida social agitadíssima e suas funções se limitaram as paredes de madeira barulhentas da sua casa. Por tanto, make sure que na sua cidade tenha um sistema de transporte público decente que te permita um mínimo de independência ( no caso de você não ter carro), porque trust me, você não vai querer ficar dependendo de carona ou muito menos ficar presa em casa.

Antes eu achava que iria ficar bored em casa tomando conta de bebê, mas hoje eu até preferiria. Só não sou muito fã da responsabilidade gigante que é tomar conta de bebê, mas eles não falam, e só choram sei lá, hoje eu prefiro ficar bored do que estressada. Dai você liga a TV no canal que quiser (eu já to quase surtando com tanto Spongebob que tenho que assistir) e voalá.

Tenha em mente a idade de crianças que você gostaria de lidar. Todas as idades  tem suas vantagens e desvantagens. É com base na idade dos fofinho, ou demônios, dependendo da educação da kids, é que seu schedule será elaborado.

Bebês e todlers (as kids de 2 e 3 anos que estão aprendendo a andar). Normalmente não vão para a escola, e você terá que ficar com eles o dia inteiro sem break. O que é bom que normalmente você termina seu dia cedo, lá pra umas 5 horas, 6 as vezes até umas 4 dependendo da família. Começa mais tarde também, uma 7:30, 8 dependendo da família.

Com essa idade a sua atenção é voltada toda exclusivamente para elas, você mal pode ir no banheiro, e aí é esperar pela tão sonhada nap time ( o cochilo) pra você fazer seu xixi em paz. A vantagem é que são argila mole você pode meio que pode moldar do seu jeitinho. Se for só bebê, então tem a vantagem da nap, seu horário anjo, e você pode ficar assistindo TV amarrodana enquanto ta lá ninando a criança.

Dos 4 aos 6 – com quatro anos a criança já pode ir para escola, começa no Kintergarten (nosso jardim da infância se é que o nome é esse ainda). Tem que tá na escola umas 8:00 depende, também. E volta lá pras  3 horas e esse será seu break. Seu horário vai consistir em de manhã enfiar uma roupa nas criaturas, e dirigir pra escola, ou colocar no tal do ônibus amarelo. Dai, vai buscá-los e normalmente eles já tem varias atividades nessa idade, natação é a mais comum. E vai ficar até bedtime, as vezes até as 7, até as 8:30 (mais comum), até as 9 horas da noite, depende da família (ou se você tiver nascido com o c* pra lua, vai ficar até as 5:30, mas é muuuita sorte).

Tem as sortudas que mesmo com esse break fica livre quando os host chegam, umas 5:30, mas isso é bem raro. Normalmente você vai trabalhando até as 9 que é a hora de todo mundo ir pra cama. E aí sua vida social vai ficar um pouco resumida na hora do seu break, ou se você não tiver curfiew você poderá dar uma escapadinha para um programa mais light no fim do trabalho só pra dar aquela aliviada.

Vantagens – também são argila mole, ou seja, você até pode conseguir moldar um pouquinho. Porém, na minha opinião, as desvantagens são maiores e explico o  porque: essa idade as crianças precisam de atenção total sua, você mal pode ir no banheiro que pode dar merda (meu moleque conseguiu um olho roxo gigante na primeira semana minha aqui), eles são mega dependentes, precisam de você pra tudo mas se acham independentes. Não querem sua ajuda mas vão precisar de você e pior, ficam testando limites deles o tempo inteiro e das pessoas, e claro que vai sobrar pra você querida zero meia.

Eu particularmente não suporto essa fase, mas foi a fase que me especializei pois tomei conta de duas demônias dessa mesma idade.  Era um inferno, até porque a educação dos pais não colaboravam em nada, e agora cuido de um moleque de 5 anos e a coisa boa que ele é educado, me trata bem, tem seus momentos mas se ficar de graça fica de castigo (sim, aqui eu tenho carta branca pra colocar de castig0 então minha vida aqui é infinitamente mais fácil).

São detalhes tão pequenos de nós dois que a gente nunca vai imaginar que são importantes, mas além de sair metralhando aquela listinha de perguntas pra fazer aos seus futuros fofos, pergunta sobre como é a educação, pergunta também em caso dos fofinhos te desobedeceram, qual seria o procedimento e o mais importante tenta descobri se os país são envolvidos na criação dos filhos.

Parece coisa besta, mas ó, uma coisa que percebi e que depois a fofa de uma amiga minha meio que confirmou, a maioria das casais americanos meio que tem filho só pra seguir um protocolo na vida. Tipo casar, ter uma casa no subúrbio, comprar um SUV e ter filhos. A impressão que dá é que eles não estão nem aí pras crianças e que só tiverem porque assim manda o protocolo.

Por exemplo, eu achava mega estranho as vezes eu saía com as demônias e os país nem vinham dar um beijo nela e muitas vezes elas não veriam eles por uns dois dias pois quando eles chegavam tava já todo mundo dormindo. E quando elas gritavam e tal, eles íam lá davam um doce pra elas pararem de berrar e pronto. Sempre optavam para o que seriam mais fácil pra eles.

Conclusão: eu deixava de ser au pair e ficava no papel de mãe. E isso é a pior coisa que pode acontecer com uma au pair, quando você assume extra oficialmente um papel de mãe, sendo que você não tem realmente os poderes de mãe ( se fossem minhas filhas- bate na madeira 3 vezes – já teria descido o cacete em todo mundo)e aí, a parte mais chata é ter que lidar com a frustração das crianças pois os país nunca estão presentes.

E você também fica frustrado porque você não queria ser mãe (deus me livre) só queria ser au pair (deus me livre também, mas no meu caso, tarde demais). Então procura saber se nos tempos livres dos pais eles curtem estar na companhia das crianças, por exemplo, você sabe que os fofos gostam de suas crias se quando eles chegam você já fica off. Na maioria das vvezes, os pais, por incrível que pareça, só querem se livrar das pirralhadas e não curtem nem um pouco passar tempo com eles.

De novo, detalhes bobos mas que fazer uma diferença enorme. Essa idade eu acho mais chatinha e complicada, ainda mais se os pais não tão nem aí, porque aí você encara pergunta do tipo “minha mãe é uma péssima mãe pois se fosse boa ela deveria deixar eu ficar com ela”. Juro que quase me deu vontade de responder: “é sim, também acho que sua mãe é uma vaca”. Mas eu preferi ignorar, ligar o rádio do carro e cantarolar a musica da única rádio que devia pegar em Chappaqua.

Dos 7 aos 9- são mais independentes e no máximo você vai colocar a comida deles. Já tomam banho sozinhos, se vestem sozinhos e as vezes até colocam a própria comida. Você também não vai precisar interagir muito (que no meu caso é ótimo porque eu ODEIO ter que ficar brincando de power ranger, por exemplo). Vai ficar dando as ordens, tipo> fulano, tira isso do chão, hora de ir pra escola, hora de comer e essas coisas. Ah, e você poderá fazer seu xixi que não vai ter perigo da casa estar em chamas quando você sair do banheiro.

Dos 10 em diante, independência total, delicia. Você só precisa ser a presença adulta na casa. Eles não precisam ser vigiados o tempo todos e muitas vezes nem fazem muita questão da sua presença. Aí você saca seu Ipod e fica lá na internet o dia inteiro esperando o dia passar. Ah, claro, vai ter que preparar a comida e dirigir eles também , que eu acho ótimo, eu adooooro ter que dirigir porque o tempo passa rápido, você pode ver o dia ( um porre ficar socado em casa o dia inteiro) e ainda durante aquela atividade você tem uma folga da presença da sua kid.

A maior desvantagem dessa idade é que se eles não tiverem educação, você se fufu, porque já saõ grandes e você não molda mais nada. Aí, vai ser só aturar a pirraça mesmo.

De novo, todas as crianças que vão pra escola, significa que o break da au pair vai ser no meio do dia, vai da manhã até umas 2:30 . Lá pelas três começa a trabalhar de novo e aí vai até umas 9 horas, ou se for mais sortuda menos.

Você tem que ter em mente qual a melhor faixa estaria pra você e qual tipo de schedule você fica mais confortável. Se você quiser muito uma interação social com sua kid, então pula fora de adolescentes e pré adolescentes, mas se você não faz questão, então kid pequeno não é uma boa.

Outra coisa, não adianta fechar no desespero, o legal é você esperar que uma família se adequa a você e vice versa. Por exemplo, eu conheci uma menina que é vegetariana e a família não é. Mas a família dela é foda, no aniversário dela a fofa dela fez um jantar todo vegetariano. Achei tão simpático deles. Eles zoavam ela o tempo todo falando que a comida estava uma delicia mas que se tivesse carne ficaria melhor (eu super concordo) mas eles tavam lá mega aberto a respeitar um escolha dela.

Se você é uma pessoa mega descolada, não entre numa família muito conservadora por exemplo, porque a convivência pode ficar meio complicada se a família não for mente aberta. Não há problema nenhum em conservadorismo, mas o problema quando a família não entende o programa (95%) e pouco ligam para as diferenças culturais e suas necessidades.

Por exemplo, aqui eles são super preocupados em deixar feijão estocado, porque sabe que na alimentação básica de um brasileiro tem feijão, então mesmo eles não ligando muito, sempre tem feijão aqui em casa. De novo, pequenas coisas que deixam uma au pair feliz e satisfeita.

Se você tem tatuagem, ou piercing, não esconda. A família que te escolher tem que saber e vai ter  que te aceitar assim, e acho legal que grandes chances de uma família ser mega mente aberta.

Meu maior erro na hora de escolher a família na primeira vez, além da pressa (eu já tava velha) foi não perceber esses detalhes e acabei fechando com uma família conservadora, que queria só uma empregada e o pior de tudo, controladores. Porque aí você tem que ficar toda hora explicando porque o sabão em pó acabou e a pior coisa do mundo é viver com alguém que te tem como suspeita acima de qualquer coisa.

Sobre curfiew: família que não tem curfiew normalmente são mais relax. Eu achava que curfiew era uma coisa que não me incomodaria, porque sempre fui caseira. Só que a vida de au pair é diferente, como sua área de trabalho vira o lugar que você mora, quando você tá off você quer mais é picar mula e não ver mais a cara de ninguém. O curfiew era um saco pra mim (não tenho mais) porque você fica naquela esquizofrenia de ter que voltar correndo pra casa, e claro que ganhei a alcunha de Cinderela nas época que eu morava em Chappaqua.

Eu virava abóbora as 11:00. E sempre era a última a terminar de trabalhar, sempre saímos tarde por minha causa e voltamos cedo por causa desse maldito curfiew. As vezes eu não queria ficar fazendo nada, só batendo papo mesmo na casa de alguém. Mas ta aí uma coisa que nunca pude reclamar, porque quando eu topei match com eles eu já sabia do curfiew. O que eu não sabia que isso seria bem chato depois. Fora que você se sente uma criança tendo hora pra voltar pra casa né.

Pra quem vai ter curfiew. Olha, nem é a pior coisa do mundo, mas só tenta make sure que esse curfiew possa ser flexibilizado em caso você precise. Tipo, um dia eu quis ir no cinema numa terça (era mais barato) e a fofa quase embarrerou falando que eu tinha que acordar cedo no dia seguinte. Mandei um foda-se. Mentira, mas me deu muita vontade 😛

Na verdade eu respondi: e você acha mesmo que vou estar dormindo as 11 horas da noite? E ignorei e fui assim mesmo. Eu não pedi meio que avisei. Mas não façam isso, eu já tava de rematch e já tava com o foda-se meio ligado (melhor sensação eveeeer!).

Mas olha só que vaca, eu sempre cumpri direitinho as minhas funções de escrava isaura. Custava deixar? Além de ser um porre você ter que ir lá pedi pra ir no cinema (me senti com 15 anso) ainda tem essa, deles não gostarem.

Então, só conversem antes para caso esse curfiew seja flexibilizado. E muitas das famílias legais acabam depois derrubando o curfiew, depois que já te conhecem e tal e ganham confiança na sua pessoa.

Sobre o carro: carro nos subúrbios americanos como falei não é luxo, é necessidade, senão você não consegue ir na esquina. Então, tenha certeza que você terá um carro disponível pra você. A não ser que você more numa cidade aonde tenha transporte público. Viver aqui sem carro, é pedir pra se aborrecer.

Também preste atenção nas regras do carro. Eu só me fudi na outra família. Eles me disseram que eunão podia pegar highway, por exemplo. Ah tá tudo bem, pensei. Mas aí eu não sabia que pra voc~e se locomover por todo canto dessa terra, você precisa pegar highway. Me fudi, porque eu não podia ir pra lgar nenhum.

Depois, não satisfeito inventaram uma outra regra (essa foi surpresa porque não tinha sido combinada anteriormente, foi depois que cheguei), que eu poderia andar só em Chappaqua (que o centro se resumia a uma rua), e outras duas villages que tinham do lado (que os centros também se resumiam a uma rua) e só. Conclusão, meu carro e nada era a mesma coisa. Fui muito carona em Chappaqua. Ah, e eu também não podia dormir fora com o carro.

O que é irritante, é que sem carro você não faz nada. Colocar regra no carro significa limitar seu ir e vir, então pesquisa direitinho sobre os limites e tal pra não cair em armadilha quando chegar. Melhor coisa é quando você tem o carro com disponibilidade total pra você, vai por mim aspiras 😛

E por último, temos a loteria. Sim, loteria, porque por mais que você faça tudo certinho e que consiga fazer match com aquela família que parece perfeita pra você, no lugar perfeito, ainda tem chances de eles se tornarem um tremendo dos filhos da puta. E isso, não dá pra prever, infelizmente.

Tem família que tem tudo pra ser ruim, exemplo, minha amiga tinha uma família igual a minha, judeus, três crianças, e eles eram super amigos da minha ex-família mas acabou que ela está numa das melhores famílias que já conheci. A família é super mente aberta, as crianças uma educação incrível e ela tem uma série de regalias que fazem a vida dela aqui ficar bem confortável. Nem preciso dizer que ela vai extender com a família. Mas também, com a família dela até eu extenderia, e pra sempre 😀

A loteria pode funcionar tanto para o bem quanto para o mal. Não há bola  de cristal, por tanto o jeito é (dá uma fugidinha com você :P) tentar minimizar o coeficiente de vai dar merda o máximo possível. Estuda direitinho o que você quer de uma família, estabeleça suas prioridades vai esperando até uma família ser mais ou menos compatível com você.

Lembrando que você nunca vai ter tudo (minha amiga da família perfeita, por exemplo, trabalha sábado de noite, as vezes, ó que saco) mas ela tá feliz lá que a família realmente é muito boa. Então você tem que priorizar.

Outra coisa importante dizer para as meninas que vem pela AuPaircare (uma bosta de agência) que você não pode sair rejeitando família não se não eles te suspendem o processo ou até te expulsam do programa. Então cuidado aí na hora de dispensar família. Vê lá direitinho o que vocês vão dizer. Não pode sair dizendo que o lugar é uma merda por exemplo, senão a agência fica achando que você tá escolhendo lugar o que tecnicamente falando não pode.

Ah, perguntar para a atual au pair ajuda mas não tanto assim. Porque né, o que as vezes é bom pra um, não é pra outro. E relacionamento de au pair com family é igual casamento, as vezes dá certo com ela mas não contigo.

Ah não ser que a menina extendeu por mais 1 ano, daí isso é um excelente indício de que a família é realmente boa, porque o que eu pude perceber é que quando a família é realmente boa as meninas extendem, fato. Só esse mês eu tenho três amigas extendendo, mas todas tem famílias suuuuper legais e no lugar delas eu também faria o mesmo (ou não… sinto falta de lidar com pessoas da minha idade, sabe qualé?)

No mais, depois do match é rezar para que você tenha feito a escolha certa relaxar e esperar pra ver o resultado, porque aí só vai depender da loteria se deu sorte ou não de ter pegado uma família bacana.

Boa sorte pra todas as meninas que estão nessa fase, força na peruca pra todo mundo!

Beijo pra quem fica!

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8 comentários (+add yours?)

  1. Ana Carolina Alves
    Jan 16, 2012 @ 23:15:11

    Oieee…é a primeira vez que leios eu blog e amei o post…adorei td que vc escreveu…e fiquei preocupada, pq hj dispensei uma familia…e eu sou da APC…espero que nao de em nada…hehehe..bjos

    Responder

    • Luna
      Jan 16, 2012 @ 23:18:21

      Oi Ana, ai que legal que você gostou =D
      Pode voltar mais vezes, viu ?

      Tem que tomar um cuidado na hora de dispensar, sabe? Com jeitinho pra família não ficar ofendida e queimar teu perfil com a APC.

      BEijos e volte sempre =D

      Responder

  2. Caroline Gibin
    Jan 17, 2012 @ 00:13:39

    Fazia um tempinho que eu nao passava por aqui (exceto por uma escapadinha, explicarei abaixo), mas sempre que isso acontece volto todos os posts.. good habit .. Comecei a ler seu blog quando vc chegou em NJ para o treinamento e desde entao nao parei mais .. guess what.. estou aqui nos EUA ha’ uma semana! Nao posso fazer um julgamento completo em uma semana, mas ate’ o momento, tudo o que vi (e ouvi) partindo da familia foi tao positivo #dreamcomingtrue .. acho que fiz uma bela escolha.. so’ discordo de uma coisa .. pra mim, o feeling funcionou! (Talvez nao fosse o feeling, talvez fosse o meu anjo da guarda falando sei la, vai da crença, mas teve alguma coisa!)

    E o mais importante: no meu primeiro banho aqui nos states, adivinha quem me ajudou a abrir o chuveiro ? hahahah (no bom sentido PLEEEEASE – hahaha).

    Espero que os seus proximos 6 meses sejam incriveis, serio, pra quando vc voltar pro Brasil poder dizer que a experiencia valeu a pena, e nao se arrepender de um ano inteiro perdido.

    Desculpe o apanhado de comentarios, mas como eu disse, li varios posts de uma so’ vez.

    Beijos e boa sorte!

    PS. Acho que a jornada ser o premio e’ meio hiponga.

    Responder

  3. Caroline Gibin
    Jan 17, 2012 @ 00:14:22

    Humm, ficou `meio` grande, sorry, nao pude evitar 😦

    Responder

    • Luna
      Jan 17, 2012 @ 00:23:58

      Oi Carol!!! (posso te chamar de carol?!)

      Quero saber tuuuuuudo como está sendo aí na sua familia, tudo mesmo! Me conta vou amar saber. Então, cada pessoa tem uma experiencia, conheço meninas que tem uma experiência maravilhosa aqui. As vezes eu fico até meio culpada com uns posts meio rabugentos e desencorajando o povo, mas né, foi minha experiência então…

      Morri de rir com seu comentário. Acho que li umas 3 vezes e rir toda vez, principalmente na parte que te ajudei a ligar o chuveiro ahahhaha nem ficou lésbico isso.

      O meu feeçing vei com defeito de fábrica e faiou (como diria o Didi), mas que bom que o seu funcionou melhor que o meu.

      Kkkkkkkkkk é hiponga pra carai essa história do prêmio né? Eu tava meio na duvida, obrigada por confirmar 😀

      Beijos e na torcida pr você! tenha um excelente ano aqui

      Responder

  4. Caroline Gibin
    Jan 17, 2012 @ 01:05:29

    Please, Carol.
    1. Ainda nao tive homesick – to com saudade mas nao quero voltar pra casa.
    2 – Li e gostei de todos os seus posts rabugentos – sao bons pra gnt pensar no que quer e no que nao quer pra nos.
    3 – Sou de SP e estou absurdamente congelado, meu nariz sangra todo dia (moro em Richmond, Virginia).
    4 – Gostaria de ter um blog porque eu adoro escrever (e falar sobre mim mesma – narcisismo mode on), mas tbm sou muito metodica e me irritaria se eu nao mantivesse uma constante atualizaçao e eu nao manteria (?) msmo.
    5 – Por enquanto estou no paraiso: todos muito gentis, tenho passe livre no mercado, carro e gps, celular, duas kids que vao pra escola, fds livre e segunda de manha tbm e uma host mom incrivel que aparentemente se preocupa comigo… mas no geral no começo tudo sao flores ne, entao escreverei estes 5 topicos pra vc daqui a um mes e ai veremos! E ah – so’ nao tenho amigos ainda hahah sad.

    Ui, desabafei publicamente hahaha.

    Responder

  5. Vanessa
    Jan 17, 2012 @ 02:08:11

    ufaa, li tudo hahaha! mentira, adoro seus post!

    Quando comecei a procurar família eu tinha em mente : no máximo 3 kids, crianças menores, carro, fim de semana off e com muita sorte, quarto no basement!
    não é que deu certo? e no fim só 2 crianças :D, não é fácil, minha baby com 10 meses e meu boy com 2 anos e meio, é trabalho o dia inteiro! a nap é super esperada, nem sempre eles dormem juntos… ele só vai para escola de manhã 2 vezes por semana, mas ira 3 agora :D, mas nossos dias nunca são chatos, só quando neva que é uma merda.
    Ela faz aula de música, ele natação, sem contar zoo, museu e etc.
    Minha family é muito boa apesar dos problemas que tive, mas pensei muito antes de fechar com eles pq minha host me deu curfew de dia de semana e o carro teria que dormir em casa. Eu realmente durmo cedo, mas quando saio e vou me atrasar eu aviso e ta tudo bem, em 6 meses nunca tive problema em relação a isto e o carro que teria que dormir em casa, as vezes passsa o fim de semana inteiro na rua comigo… rs Depende do perfil da familia, aqui em casa tudo é conversado e flexibilidade vem das duas partes (em maior proporção da minha, claro).

    Mas assim conta como é a sua nova host family, se vc gosta dele, qual a relação e etc 🙂

    Responder

  6. Renata
    Jan 17, 2012 @ 03:03:10

    Luuu to no maior dilema…rs precisamos conv!! rs

    Responder

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