Só Love

Já até respondo de antemão: não minha gente, não pude resistir de colocar um título tão medíocre desses só pra poder mostrar o tal do LOVE.

A escultura LOVE fica na esquina da 6th com a 32th, bem ali no mid-town de Manhattan e é outro ponto de parada obrigatória de turista por ser um símbolo também mega famoso da cidade.

Eu sem elas

Essa escultura foi feito por um artista chamado Robert Indiana em 1963 primeiramente para ficar num cartão de natal para o Museu de Arte Moderna. Depois virou selo e depois foi parar lá toda majestosa na 6th avenida.

Eu com elas

Sempre tem filas e mais filas de gente lá tirando fotos da escultura. E também sempre tem um inconveniente sentado nela pra sair de entrão na sua foto ¬¬

Fica aí a sugestão pessoas: se existe uma escultura famosa que você sabe que as pessoas vão estar doidas pra tirar fotos, NÃO RESOLVA DESCANSAR NELA. Lembro de sempre ficar irritada quando queria tirar foto com o Drummond em Copacabana e tinha um sem noção no banco dele. Ôooo inconveniência, hein?!

Outro mito de NYC que caiu também (minha cabeça tem explodido bastante ultimamente com esses mitos caindo todos) é andar em NYC como nos filmes sem ninguém. Cara, comprar numa loja na 5th Ave por exemplo, é cabeçada na rua, fila na porta e essas coisas. Sempre tem muita gente em NYC e eu lembro nos filmes a galera andando tranquilamente por esses lugares famosos.

Justamente por esses lugares serem famosos, é aonde todo mundo, inclusive a pessoa que vos escreve quer ver e conhecer. Então sempre tem mulão junto. Só nos lugares mais afastado e menos ponto turístico que fica mais normal mesmo.

A Times por exemplos, é linda nas primeiras 10 vezes que você vai. Depois você quer evitar ela a todo custo porque é maior cambada sempre por lá e é um porre quando se quer fazer alguma coisa e sempre tem muita gente no meio do caminho.

Por hoje tá bom então, né?

Beijocas pra quem fica!

Halloween e primeira neve

Halloween e primeira neve junto? Pois é, quem diria…

Eu poderia estar indo para uma festa de Halloween agora mas tô aqui postando por falta de opção já que a neve chegou adiantado e bem que tentamos ir saracutiar por aí mas não rolou. Chuva, neve e vento realmente não faz uma combinação muito legal.

Como a galera aqui vai ver filme de terror e meu cagaço não vai me permitir, ficarei aqui na minha matrix postando 😀

O bom é que fomos ontem numa festa então tá tudo bem. Já pude conferir como é o Halloween no USA for real. Morri de rir vendo a galera mega fantasiada pela Grand central e metrô a fora. E óh! A galera capricha, viu? Até me senti mal de ta zanzando por aí de roupa normal.

Pra quem ficou curiosa sobre qual fantasia que eu usei, já vou logo avisando. Fui de qualquer coisa, bem whatever mesmo, afinal cara 50 DOLETAS por uma parada que iria usar um dia só NO WAY! Ainda mais quando deu na metereologia que iria nevar e a pessoa não tava preparada finaceiramente para comprar um traje de inverno completo.

fantasia de nada

Minha fantasia de Fantasma da Ópera acabou virando meias, casaco que mais parece um edredon, uma luva furreca que não funcionou nada na neve e preciso comprar uma melhor e essas coisas. Mas saibam que se eu fosse de fantasia eu iria de Fantasma da Ópera, ou de Robin 😛

Para não fazer muito feio, fui de fantasia whatever. Esse foi o nome dado ao traje que usei que tinha: uma bata da Dudi que vira um mini vestido pra mim (americanizei), um cinto cheio de balas que peguei emprestado da fantasia da Dudi também e uma capa do Batman. E pronto!

Em frente as amigas fiz feio. A Gabi estava lindamente vestida de Sherlock Homes, a Ket de princesa peach e Dudi de aviadora. Estavam lindas! Eu também, vestida de nada 😛

E fomos nós lá no meio do frio! Frio na cara! Muito fogo mesmo no… vocês bem sabem lá aonde…

E no dia seguinte… neve! Ahhhh a neve. Vários ESSE DOIS ESSE DOIS para esse momento. Afinal, a caipira do Rio nunca tinha visto neve. Alias, fora a Dudi aqui ninguém tinha visto neve. E o que aconteceu quando alguém falou que tava nevando? Sai todo mundo de pijama e fica lá lá tomando neve e chuva na cara só pra adimirar a neve. Até que a fofinha da Dudi liga pra ela pra perguntar o que que carga d’aguas estavámaos fazendo nós lá na neve?

Coisa linda as folhinhas verde ficando tudo branquinhas. Só não fica legal neve e chuva junto, viu? Não tão lindo quando se tem que ficar zanzando pra cima e pra baixo a pé e tomando floco de neve na cara. Maaas é lindo olhar da janela do quentinho.

Mas pergunta se reclamei? Mil vezes zanzar no frio e na neve do que no calor lazarento do Rio, viu? Definitivamente nada vai me aborrecer mais que a temperatura do Rio de Janeiro.

Bom, tõ falando isso porque foi só um dia. Em Janeiro, quando eu tiver de saco cheio dessa temperatura quero ver se vou está pensando assim.

Agora uns mitos da neve que cairam, e fez meu mundo cair junto: não dá pra ser elegante na neve. A única coisa que dá pra tentar ficar é confortável. Eu super achava que iria desfilar por aí alé o Diabo veste Prada! Tá bom…

O que eu achava que iria vestir

O casaco que a gente usa pra neve são aqueles bem gordo impermeável que muito me lembra um edredon. Elegância fica longe. As botas impermeáveis parecem aquelas botas de combate. E o capuz do casaco, aquela coisa que eu nunca usava e pensava ser algo mega dispensável num casaco, também tem sua função e você fica ridículo com aquela pseudo fantasia de esquimó.

e assim que fui

Fofa me ligou avisando pra não voltar pra casa porque lá as ruas estão interditadas por causa da neve. melhor de tudo foi saber que neve em Outubro é super estranho, essa temperatura deveria acontecer só lá pra dezembro… alguém quis que eu sentisse o gostinho mais cedo. Então tá bom 😀

Beijos pra quem fica!

Beijos pra quem fica!

Escrava Isaura, muito prazer!

Finalmente, trabalho entregue é igual a mais tempo que eu tenho pra escrever no blog 😀

Tá fácil a vida não, essa semana estou trabalhando que nem uma mula e até fiquei feliz por estar em rematch. Mesmo sabendo que existe uma grande possibilidade de eu me f*der com outra família, mas já dizia o velho e sábio ditado: tá no inferno, abraça o capeta 😛

Então, vida de au pair familyless não é mole não. Preparem -se porque essa semana estou num modo mimimi extreme. Não posso fazer planos de férias, não posso estudar, fico naquela agonia de ter que correr igual uma louca por NYC pra conseguir ver tudo que eu planejava ver por um ano mas que agora tenho só um mês, e fora a sensação sem teto de saber que nada mais disso aqui te pertence.

Tá bom vai que nunca pertenceu, mas sei lá, por um ano celular, carro era “meu”. Agora é pra daqui a pouco sabe, muito estranho. É tudo muito esquisito. Eu meio que já tô de mala pronta pra vazar daqui.

Por outro lado, agora tentando desesperadamente olhar o copo meio cheio, tem coisas que não te aborrecem mais. Qualquer coisa que acontece que eu pensava, caraaaaiii vou aturar essa apurrinhação por um ano, agora eu penso, tá bem, só por mais um mês.

Como eu acho que essas meninas nasceram com diabo no corpo, elas sempre arranjam um motivo novo pra querer me tirar do sério. Agora é a briga pelo carro: uma das pequenininas quer ir andando para o ponto de ônibus. Até aí tudo bem, só que está um frio da porra agora e eu não quero ficar lá virando picolé enquanto todo o resto da fofaiada fica lá confortavelmente dentro dos seus possantes.

Pronto! Virou uma novela essa história: ela grita que não é justo! E foi contar para os pais. A cara da mãe do tipo, é acho que você tinha razão (minha filha é uma chata de galocha) e meio que resolvendo com, tá seu pai vai andar com você até o ponto um dia (vai esperar sentada) e eu levei a cambada toda de carro, aos berros, mas já aprendi a ignorar o berro dessas meninas. E como eu tô meio que largando o f*da-se pra essa gente, elaborei uma resposta padrão para todos os desaforos da pirralhada: deixa pra se comportar assim com a próxima au pair em um mês, comigo as coisas funcionam do meu jeito! E aí elas não tem muito pra onde ir…

E dai todo mundo se cala. Não tem, jeito, tô indo embora. Qualquer coisa eu falo beleza em um mês não é mais problema meu e u falo isso out loud o tempo todo. E sabe se lá deus porque as fofinhas ainda pedem pra eu ficar aqui 😛

Alias elas estavam preocupadíssimas dia desses porque na cabeça delas elas não entendem como vou morar em outro lugar se eu não tenho uma casa aqui. Estavam planejando como eu iria ficar aqui então trataram de arranjar uma solução: vou pra city de trem e lá arranjo um hotel pra ficar porque tem muito hotel e eu não ficaria homeless. Adorei a solução, quem banca o hotel pra mim? Posso usar sua poupança da faculdade?

Nesse meio tempo, já ganhei delas um I love you seguido de um mega abraço dado nas minhas pernas ( pela que mais me deu trabalho), um pedido pra ficar, também já ouvi que eu sou a melhor babysitter e no fim das contas umas dela agora só quer ver televisão no meu colo. Eita povo bipolar esse.

Legal também ver o avanço nesse tempo. Como elas aprenderam que comigo nada funciona na base do grito, que tirou do lugar tem que colocar, que a hora que falo tem que fazer, não tem negociação no melhor estilo Capitão Nascimento. Deu trabalho, mas foi um facilitador de vidas pra mim. Já que a mãe tem preguiça de educar fui lá eu fazer o papel. Não porque sou legal, mas porque facilita minha vida depois.

Momentos que fazem valer a pena

Sabe o que me deixa mais frustrada com essa história toda? (mudei de assunto gente, acompanhem o raciocínio)É que minha verdadeira intenção era ter uma experiência de intercâmbio, aonde você realmente compartilha cultura. E como au pair essa é ultima coisa que a gente faz aqui.

Primeiro, vivemos numa bolha: a maioria das au pairs estão em subúrbio aonde pra ir na esquina precisa de carro e os moradores estão muito preocupados com suas próprias vidas. Assim, no subúrbio só dá fofaiada e esse povo não me mistura. Só tem gente velha casada ou então crianças. Aqui tudo é segregado, fofaiada só fala com fofaiada, latino com latino, au pair com au pair.

Levanta a mão aí cambada quem conseguiu fazer um amigo americano? gGrande parte da resposta será não. Subúrbio tende a ser lugares bem provincianos, sabe? Cansei de ser ignorada por fofaiada. Ate em situação de social eu aqui sou ignorada. Tipo uma vez levei as fofinhas numa festa de aniversário (chatooooo toda vida, esse povo não sabe se divertir, espontaneidade passa longe) e eu fiquei lá de dois de paus, ninguém se aproxima porque você tem uma placa de babá na testa.

No ponto de ônibus é a mesma coisa, ou são os maridos que falam comigo ou uma paraguaia que chuta aí? É cleaner também. E latina daí, já viu, mas o resto…

O máximo de interação cultural que você faz é com outros países (isso se você não ficar com preguiça de falar inglês, acredite muitas meninas tem): Sérvia, Itália (adooooro minha amiga da Itália, ela é muito engraçada), Alemanha (também adoro as meninas maluquinhas de lá), Africa do Sul. Mais a maior interação que as meninas costumam fazer mesmo é Rio – São Paulo. Eu ainda não falo (nem falarei) “meu” nem “mano” mas aprendi a dar um beijo só na bochecha porque cansei de ficar no vaco (no Rio são dois, ou três pra casar :P).

Fora isso você tá trabalhando igual uma mula isolada na sua bolha, em casa. Sem ver ninguém ou então lá lidando com as fofinhas. E aí no seu tempo off, o que se faz? Turista! Vai passear, conhecer lugares novos, tudo o que um turista faz. Cadê a experiência cultura? Esse não vem no pacote. Ou você tá lá de camelo ou de turista. São 5 dias de turista para 2 de camelo, se você tiver a sorte de não trabalhar no final de semana.

Hoje eu repenso muito o programa de Au Pair como categoria de intercâmbio. Não é! É quase que um trabalho escravo legalizado pelo governo americano. Ou como diria uma mulher que conheci no club das fofinhas (ah é, ela é exceção) it’s almost against the law (quase contra a lei) trabalhar as horas que a gente trabalha, na flexibilidade que trabalha (pra quem não sabe, au pair não tem direito a nenhum feriado, e a folga pode ser em qualquer dia)e ganhando o quanto a gente ganha.

E a gente ainda é pagou por isso!

Ah, mas a gente pode estudar! É cara pálida, mas com 500 obamas é difícil achar um curso decente que valha a pena (pelo menos aqui em NY), só cursinho de Inglês, que pra mim não me interessa. Queria fazer algo que valesse a pena, para dar um up no curriculum. E pra isso eu teria que desenbolsar no mínimo o dobro.

E outra coisa, com eu já expliquei isso aqui, você tem que estudar num horário que seja conveniente para a família. Por exemplo, eu tava quase sem horário de estudar, tive que bater o pé pra poder escolher o curso na faculdade que eu queria porque se fosse pela fofaoiada eu faria curso de um dia só, numa faculdade mega cara. Alias, a véia (porque como diria a Ket, fofa é ela) aqui quase querendo decidir o que eu ía estudar. Ahh váaaaaa.

Mas Luna, você tá dizendo, no auge dos seus três meses aí, que  ser au pair não vale a pena? Isso vai depender muito do que você quer dessa experiência 9algo extremamente pessoal), dos seus objetivos aqui e claro, da sua família. Grande parte da sua experiência ser agradável ou não vai depender da sua host family. E tipo, 95% das famílias são filhos da p*ta. Mas se você cai aí nos 5% dai você pode ter uma experiência bem agradável.

Exemplo: no mesmo dia que eu estava conversando sobre rematch aqui em casa, minha amiga que chegou no mesmo dia que eu estava conversando com a família dela de estender Ela e eu tivemos experiências super diferente desde o começo. Putz, mas a família dela é bem legal, e olha que ela trabalha, hein?! A experiência dela é bem diferente da minha tanto é que ela vai ficar aqui mais tempo.

Sempre desconfiem se a antiga au pair não estendeu. Porque aqui pelo que vi, todas as meninas que pegaram famílias bem legais estão estendendo. Fica aí a dica.

Eu já cai lá nos 95% de família que sem nem te beijar só quer te f*der. Aqui eu não fui contratada pra ser au pair, e sim pra ser mãe, secretária, faxineira. E fora que é uma família de esquizofrênicos, eles são muito desconfiados com tudo. Já falei que uma vez eu tive que calcular com a fofa quantas fatias de pão eu gastava porque ela não acreditou o quanto de pão se gastava. Õ mulher!! Tá achando que eu tô mandando pão para o Brasil?

Não é a toa que estou super desacreditada do programa. E não estou esperando nada da próxima família (que um dia vai parecer, ainda tô na esperança) só pura ralação mesmo. Mas com um pouco menos de esquizofrenia. Do resto, o que vier é lucro.

Quando eu cheguei aqui super achei que iria partilhar cultura, ser parte da família… BULLSHIT! Agora eu só espero, para a próxima família me f*der um pouco menos. Quero só umas regalias, tipo um carro sem frescura, sem curfiew, um schedule mais tranquilo… posso acrescentar mais?

No mais, o crescimento vai ser pessoal mesmo ou espiritual, como queiram. Apesar que com três meses de au pair não acho que tenha me tornada tão mais sábia assim 😛

Termino aqui minha sessão mimimi, pessoas! Eu precisava desabafar já que não tô podendo jogar ninguém pela janela ainda.

Beijos pra quem fica!

 

5 th Avenida

Hoje estou só o pó aqui na frente desse computador. Mas o siricutico que me bate se eu for deitar sem postar me consome, então lutando bravamente contra o sono e cansaço, estou eu aqui postando ( e vocês com isso? :P)

Era pra eu postar mais cedo mas vida de au pair pobre é foda, peguei um freela para uma colega, e tenho que digitar um livro pra ela. Nossa, se não fosse pela grana eu iria me matar. Muito chato, porque é livro infantil e de matemática. Além de ficar relembrando um monte de coisa que eu tinha deliberadamente feito questão de esquecer, tem um monte de tabela, figura e equação pra inserir.

Mas nem estou reclamando, achei muito bom conseguir fazer qualquer coisa pra entrar uma grana extra 😀

Mas como ninguém tem nada a ver com isso, vou parar por aqui a fofoca da minha própria vida e dar continuidade a mais um capítulo do manual prático “O que fazer em NYC”.

E vou prosseguir com mais uma parada mais que obrigatória. A 5th Avenida.

Antes de falar da 5th Avenida em si, o legal das ruas seres numeradas (olha aí eu toda empolgada, mas no Rio não tem isso) é que não dá pra se perder. Se você quer ir para a 5th, só vai seguindo então a 8th, a 7th até chegar na 5th e por aí vai. Lembrando que tem uma Broadway Ave no meio do caminho (que descobri que é entre a 7th e a 8th) e corta a City toda.

A 5th Aenida é enorme, pra variar, e super famosa com otodo mundo está careca de saber, mas o que tem de legal pra fazer lá?

Again, tirar fotos!

A 5th Avenida é conhecida pelas suas lojas famosas que viraram clássicas de tanto que já vimos em filme. Por exemplo, é na 5th Avenida (odeio post que tenho que ficar repetindo uma palavra a vida toda) que está a Tiffany & Co. Essa loja ficou clássica pelo filme “Bonequinha de Luxo” (Breakfast at Tiffany’s).

Audrey Hepburn numa das cenas mais clássicas do cinema em "Bonequinha de Luxo".

Audrey Hepburn wannabe em frente a mesma loja ( mas a fotografa saiu no reflexo da vitrine =P)

E o que mais tem lá? Lojas e mais lojas que eu nem me atrevo a entrar. Como toda boa fudida au pair que sou, eu só me permito tirar foto mesmo, gente; É o que dá e olhe lá 😛 já falei aqui pra vocês, comprar só na TJ Maxx ou em outlet, do resto, por favor! ALias, parem tudo e me façam a promessa que jamais pagarão num preço integral de algum produto nesse país quando se pode encontrar por até 85% dos preços. #Ficaadica

Ah sim! E pra quem não percebeu, sou aprendiz de Tio Patinhas. Dou muito valor aos meus ricos obaminhas 😛

Voltando a vaca gelada… você vê um dos trocentos prédios do Donald Tramp, Prada, Manolo Blahnick (alooou Carrie), Louis Vuitton (comprei duas bolsas lá =P) etc etc etc.

E é claro, a Apple e seu quadrado de vidro lá bem majestoso. Eu fui na semana da morte do Steve Jobs então tinha bastante gente fazendo homenagem a ele. Nem entrei gente, tava lotado e nem ia comprar nada mesmo 😛

Tava em reforma

As homenagens deixadas para Steve Jobs

E por último e o mais legal e divertido, a loja de brinquedos que fica bem do lado da Apple Store que eu esqueci completamente o nome. Essa loja ficou famosa por ter aparecido num clássico da Sessão da tarde na Grobo, o “Quero ser Grande” com Tom Hanks e a cena dele tocando “Me dá danoninho…” (não é esse o nome da música mas só conheci ela assim :P) num tecladão no meio dessa loja. Virei criança de novo lá.

a entrada da loja de brinquedo (ainda sem nome)

A loja é sensacional, cheia de brinquedos (dã) você vira criança de novo. Altas figuras feitas de lego, muita maquete, casa de bonequa (sonho de infância), mas né, precinho de pega turista desavisado. De novo, fui lá, cutuquei as paradas, fotos, fotos e mais fotos e that’s it! Sai de lá sem nenhuma sacolinha mas me diverti horrores 😀

Se é pra pagar mico vamos pagar mico direito

Pra quem não lembra da cena, vale a pena ver de novo! (tô demais com frase de efeito, né não?). Fica aí a cena do filme que estou falando. Ahhh e lembrando que eu também fiz video no piano e uma dia, quem sabe, eu coloque ele aqui 😀

E eu tentando pateticamente imitar a cena. E falhei miseravelmente 😛

Tom Hanks wannabe 😛

Uma coisa que eu preciso demais compartilhar: o piano não fica lá paradão todo lindão pra você ir e fazer sua graça. Tem fila pra entrar e você tem uns 30 segundos para ficar lá enquanto todo mundo que espera te olha. Tem um cara todo animadão num microfone de Madonna que fica controlando o tempo e também que te dá as instruções, como por exemplo: nada de sapatos em cima do piano. Outra coisa, só criança lá em cima e eu e Suelen lá . Mas foi engraçado horrores 😀

Jogando pennies no laguinho pra ver se dar sorte

Ainda tem muito mais coisas de pra falar de NYC, tipo muita mesmo, mas vou tentar intercalar com outras coisas pra o blog não virar somente diário de passeio.

Beijocas pra quem fica!!

Ps: Obrigada a todo mundo que se preocupa, manda mensagem positiva, ou até mesmo está me ajudando. Vocês são foda!

Ps2: E sim, ainda estou de rematch e still familyless.

UPDATE rapidão

O nome da loja é FAO Schwartz! Valeu Mima 😀

Times Square

Vou começar agora com uns posts sobre minha querida NYC. Posts de dica de passeio, aonde comer, como aproveitar melhor, como se virar pelo metrô que é um verdadeiro labirinto e por aí vai.

O bom desses pots é que é de interesse universal, NYC é parada obrigatória pra todo mundo. Até mesmo quem não é Au Pair por essas bandas, vai ter curiosidade de passar por aqui. É como ouvi de uma amigo, é a Roma dos tempos atuais.

Pense num lugar com o espírito cosmopolita, cheio de coisas interessantes pra se ver e fazer. O melhor de tudo, é uma cidade super democrática, tem gosto pra tudo quanto é tipo de gente. O fato é que você não vai ficar bored, no máximo cansado tentando correr de um lado para o  outro pra tentar fazer o máximo de coisas durante o dia. Ou mais pobre porque como eu tem vontade de fazer tudo, absolutamente tudo!

Pra quem nunca esteve em NYC, devo contar que acontece uma coisa muito estranha por lá: o relógio roda em uma velocidade diferente. Sim, a sensação é que o dia tem 12 horas e não 24. Você colocou o pé pra fora da Grand Central, piscou, e pronto, já ta na hora de pegar o trem de volta (ou ir para nosso cafofo no Queens).

Hoje vamos começar pelos clássicos de NYC: a Time Square.

Esqueci de tirar foto panorâmica ¬¬

Time Square, também mais conhecida como a rua com os prédios cheio de televisão é  isso aí: gente pra tudo quanto é lado, falando várias línguas, com máquinas de fotografar. Praticamente a Torre de Babel.

Pra quem sai da Grand Central, é só virar a esquerda e ir andando toda vida. É  uma boa caminhada mas ninguém morre. Seguindo a 42th você vai cruzar a 5th, a 6 th e por aí vai. Vai dar na Broadway (como diria Dudi é a Jesus Cristo da City, tá onipresente por toda Manhattan). Assim, nem sei porque estou me dando o trabalho de me explicar tanto, não dá pra pela times e não perceber.

Atores disfarçados de policiais =P

O que fazer na Time? Tirar fotos! Fotos na escadaria vermelha, lógico! Fotos alí no meio da Times, dos prédios com anúncios de programas de televisão, anúncio de espetáculo da Broadway, com barraquinha de cachorro quente (ruim pra p*rra), com os policiais que são muito legais e simpáticos (desconfio que nem sejam policias mas sim atores disfarçados).

Na escadaria vermelha #AliciaKeysFeelings

Pra onde ir? nas lojinhas famosas presentes na Time e que já cansamos de ver nos facebooks dos outros: loja de M&Ms, da Hershel (esqueci de entrar), da Disney (olhinhos brilhando), ainda tem a Forever 21, a Sefora, a Best Buy e por aí vai.

Loja de M&M #diliça

Agora com essas lojas vou dar uma dica: eu que morei no Rio a vida inteira já sou meio macetada com cidade turística e coisas feitas estritamente para “pegar turista desavisado”. Essas lojas sã bem legais, pra tirar foto! That’s it!

dentro da loja de M&M

Você entra na loja do M&M, por exemplo, e vê lá uma T-shirt com um M&M estampado por 30 dolares! Gente, nãoooo! 30 doletas numa t-shirt não dá! Isso é pra pegar turista que vem aqui e arreganha a carteira pra tudo que vê. Com 30 dolares você comprar um casaco de boa qualidade.

E toma mais M& na cabeça

Quando você mora no lugar e não só turista por lá você tem essas percepções diferentes, tipo eu nem preciso levar lembrancinha, sabe a foto já tá ótimo. Por isso nunca faço menor questão de comprar nesse lugares que o preço são exagerados de proóposito.

Em frente a loja da Hersheys comendo M&M

A mesma coisa com lojas cheia de parnafelhada de NY (globo, mini estátua, chaveiros), inclusive com a tal das blusas I heart NY. Gente, 15 dolares é caro! Não caiam nessa de comprar essas blusas na Times, alías não comprem nada lá, só comida e olhe lá. Boné, camisa, chaveiro, cartão postal lá é tudo com preço de pega turista desavisado.

Vou dar um exemplo: eu tava louca atrás de um moleton I ❤ NY. Lá pela times tinha por 35 Obamas, pensei, tô fora! Beleza, andando pela Wall Street, tava lá o mesmo moleton por 15 Obamas, eu disse quinze Obamas, minha gente. Arrematei, no ato! Viram a diferença? Pois é, se eu fosse de primeira teria me arrependido bonito.

Não esqueçam que pela Times vocês ainda podem encontrar o cara de Free Hug (eu encontrei) e o Cowboy de sunga (também já vi ele por lá).

a foto mais legal ever!

Beleza galera, volto mais com dicas de NYC.

Beijo pra quem fica!

Ps eu tenho foto com o cara do free hug  e na barraquinha de cachorro quente, mas não ficou na minha máquina 😦

Ps2: Cachorro quente ruim pra p*rra.

Ps3: Eu sempre dou a direção de quem sai da grand Central porque é de lá que sempre saio e daí sigo caminhando e cantando e seguindo a canção. Mas pra quem vai de metro, só descer na estação que se não me engano se chama times. A linha? Xiiii vou ficar devendo, são muitas linhas e ainda não memorizei =P

É tempo de pensar

Nada como momentos conturbados pra você dar uma nova perspectiva para a vida. É tempo de pensar!

Rematch aí na cara e a possibilidade de voltar para o Brasil se tornou cada vez mais real. No meio da crise, que foi se agravando com o tempo, tudo parecia muito ruim e impossível de aguentar, correr o risco de interromper o programa nem me impediu de pedir rematch. Quando se está disposto a correr esse risco é porque a situação se tornou insustentável.

Depois com a cabeça mais fria bate aquele pensamento: será que fiz merda? E aí lembrei o quanto foi difícil chegar até aqui, o quanto batalhei. Um ano economizando dinheiro, sem comprar nada, frequentando auto escola, estudando aquele livrinho do detran igual uma doida e ficando mega entediada nas aulas.

Precisava passar na prova prática do detran, mas fui reprovada. Nem me permiti respirar. Fui em casa pegar dinheiro e pagar o duda novamente pra poder agendar a nova data que seria um mês depois. E bora pagar mais aulas práticas, e o carro para a prova. E mais um mês de angustia, tudo dependia daquela bendita prova.

Passei. Me lembro que foi um dos momentos mais feliz desse meu processo todo. Acho que fiquei até mais feliz do que quando o visto saiu. Quem conhece o Detran RJ sabe que lá é maior loteria, do nada eles não vão com a tua cara e te reprovam (porque né, pra rir, tem que fazer rir). Uma etapa a menos.

Levou cinco dias úteis pra carteira sair. Busquei ela numa quinta-feira, na sexta estava eu na agência com meu application físico todo preenchido. Já estava tudo prontinho, só faltava mesmo a danada da carteira de motorista. Não mais!

E aí vem a espera do aceite da AuPairCare. Quem lê o blog desde o início (parece que fazem aaaanos que dei início ao Right Track) acompanhou meu drama com toda essa história de espera pelo aceite da APC. Foram mais de dois meses. teve uma época que falei, pronto eles não vão me dar Ok.

Alívio? Alívio nada, e a espera pelo contato das famílias? Uma semana e nada. São dias que você entra no e-mail o tempo todo, ou melhor, você nunca fecha sua inbox. Ansiedade reinando geral. E eu correndo contra o tempo, porque já tinha 26 anos. Tinha que ir naquele ano, era isso!

Até que comecei a conversar com as famílias, parecia que agora as coisas estavam andando. Até que em menos de um mês, pá! Fechei meu match! Porra, finalmente, agora era real! Aí vamos as burocracias, visto, PID, etc…

Realmente foram muitas emoções pra chegar aqui: expectativa a mil. Minha maior preocupação era com a direção. Tinha prática quase nenhuma, e nem me garantia muito. Ficava com medo de pegar no carro no Rio. Coisa que foi devidamente omitida no application e pensei comigo mesma, vou aprender a dirigir na marra!

Vou ser a melhor motorista e vai ser assim na pressão. E assim foi! Três meses depois dirijo prestando atenção no GPS, cantando música no rádio, demônios crianças tocando terror no carro, assoviando e chupando cana. Ah! E ainda descobri que adoro dirigir, acho super terapeutico.

Lembro do primeiro dia que cheguei aqui e fofo me colocou pra dirigir. Sim, foi no primeiro dia mesmo, aquele que você conhece a família. Eu super cansada fui mostrar pra ele minhas habilidades na direção. Primeira impressão da fofaiada, uns sem noção foda, custava me deixar descansar? Relevemos. Perna tremia tanto, que acho que o carro só não morreu porque era automático.

Ah! E tem isso ainda, meu fofo é mega chato com direção. Pra ele ninguém dirige bem. Foi tenso, mas deu certo. Nada como a força de vontade e um carro automático pra te ajudar. No final das contas ele me acha a melhor motorista, a pessoa mais segura e confiante na direção. Ponto pra mim o/ Desafio aceito, desafio superado!

Nossa como devaguei…  mas tudo isso pra eu recordar de como foi difícil chegar aqui. Três meses se passaram e já me sinto 10 anos mais velha (a rainha do dramqueen). Um dia tava achando super engraçado olhar as fotos no aeroporto de quando chegou eu e as meninas para o treinamento. Todo mundo animado com as expectativas lá em cima. Todo mundo ingênuo e confiante sem ter a menor idéia da onde estaria se metendo.

No aeroporto. Pura animação a trêss meses atrás

No meio da crise, pude avaliar meus erros, aonde devia melhorar. Lembrar dos meu objetivos e o que eu pretendia alcançar quando decidi vir pra cá. Não vou querer interromper a experiência por mais foda que isso aqui seja, mas eu tenho um objetivo, e por ele vale a pena ficar aqui (fora os passeios, as viagens, as compras :P).

Deu pra colocar a cabeça no lugar e parar de frescura. De reclamar da vida a toa, de ficar de mimimi, e esse ciclo vicioso que é au pair falar da própria vida de au pair. Parar de agir como coitadinha. Focar, minha filha, focar! No melhor estilo: se componha mulher! ( gente, frase de Os Incríveis).

 De ser mais focada e saber que isso aqui é só um caminho e não o fim. Lembrar de olhar sempre pra frente e que isso aqui é temporário, mas que vai valer a pena. Pela experiência de vida, pra amadurecer e mudar aquilo que não está dando certo.

Eu tenho mania de cometer os mesmo erros sempre. Sempre prometo pra mim mesma que vou mudar mas na hora do vamos ver tô lá garoteando, batendo na mesma tecla, com os mesmos hábitos ruins. Como diria a Oprah (agora virou auto ajuda foda, até a Oprah tô citando) as vezes a vida sussurra pra você, daí não ouve. Ela vai dar um berro e você torna a ignorar, então ela te bate na cara com um tijolo pra ver se você fica esperto de uma vez.

Olha eu aqui de cara inchada! É agora ou nunca, a mudança de comportamento.

Como fui eu que pedi rematch, em meio a uma crise braba de homesick (que se arrastou desde a minha volta do meu isolamento em Vermont) logo em seguida fiquei me perguntando: tomei a decisão certa? Isso era o que mais me corroia. Porque com o rematch veio a possibilidade de acabar tudo pelo que tinha lutado.

Corroia. Não mais, porque decisão tomada bora pra frente. Dava pra gerencia? Acho que até dava, mas agora foi e não dá mais pra ficar chorando pelo leite derramado. Até porque, tudo é uma questão de perspectiva.

Foi uma decisão certa? Bom, se eu fechasse um match rápido com uma família maravilhosa, sim foi. Match demorado pra porra (olha aí Murphy agarrado comigo, sempre!), com possibilidade de voltar para o Brasil… é não parece que foi. Mas só saberei dizer depois.

Já fiz tudo que podia fazer. Agora é sentar e esperar. Até porque a família topou me deixar aqui por esse mês e aí eu vou procurando uma nova família (bonzinhos? Nem tanto, a nova colega de profissão só chega no mês que vem então lógico que eles precisam de alguém pra ficar. E eu preciso de um lugar pra morar, olha aí, combinou certinho :P).

Mas é isso minha gente, vida que se segue. Graças a Deus tem muita gente me dando força, me dando ombro nessas horas mais difícl que é deitar olhar pra tudo e ver, caraca nem vou está mais aqui, nada disso me pertence. Você se sente maior homeless, e fica confuso quanto a decisão. Agora não mais, porque né, já foi! E que venha o próximo desafio, parede de escudo neles!

Beijos pra quem fica!

Ainda na Governos Island

Olha eu aí com mais linguiça pra encher material pra mostrar sobre a Governos Island. 

Mostrei pra você algumas fotos, bem poucas na verdade, porque a bateria descarregou no meio do passeio. O pior de tudo que essa não foi a primeira vez, e a segunda foi bem mais traumatizante. Mas essa é uma historia que vai ficar para outra hora 😀

Mas é claro que um passeio desse tinha que rolar um vídeo né? E é exatamente isso que eu vim mostrar aqui pra vocês: saindo mais um lunavlog da semana no capricho 😛

No vídeo vocês vão ver o lugar certo que se pega a barca (do lado da onde se pega pra Staten Island). Mas as legendas ficaram completamente dessincronizadas então favor ignorar 😛

Ninguém mais deve aguentar mais essas tosquices de vídeo, mas eu não resisto. Juro que quando tiver um computador melhor as edições ficaram menos cafona melhores.

      … e beijo pra quem fica!

Governors Island

Olá minha gente!

Antes de começar o post sobre essa maravilhosa ilha que descobri em NYC vou fazer logo um off topic: muito de vocês já sabem que estou de rematch. Sim, estou tendo um experiência completa no mundo auperiano. Pra viver mais intensamente ainda essa experiência, o rematch não poderia faltar, certo?

Recebo mensagem de muita gente me perguntado como estou e preocupada com a minha situação e sinceramente eu nem tava afim de comentar isso agora aqui, porque quero primeiro resolver a parada. Mas aí eu percebi que rolava uma curiosidade preocupação a respeito disso e então achei justo vir aqui dizer que estou bem, que a família não surtou nem nada e estou trabalhando pra eles, tentando levar a rotina o mais normal possível.

Estou bem aqui, não me tiraram internet (pelo que vocês podem perceber), nem telefone e até o carro eu uso normal. Claro que agora em rematch algumas pressões aliviaram, tipo sempre que eu faço algo que a fofaiada pode não gostar me passa aquele pensamento maligno na cabeça: “Ah! Não gostou? Vai fazer o que? Pedi rematch?

Fora o fato aliviante de saber que toda essa minha rotina maluca não vai ser mais problema meu em alguns dias. Essa pica agora não é mais minha, essa pica é do aspira 😛

Prometo pra vocês que quando tudo estiver resolvido, ou seja, eu já estiver devidamente  instalada numa nova família, eu venho aqui e conto tudo como aconteceu . Antes nem pensava em mencionar isso no blog, mas né, não só de coisas boas vive um intercambista, então nada mais justo que narrar como tudo aconteceu.  E por mais chato que isso seja (e está sendo) uma dia vai resolver e só daí eu vou ficar a vontade pra falar. Até lá, continuarei com os pots normal mesmo de dicas, reflexões e diário de passeios (porque eu ainda nem viajei por aqui mas ando passeando loucamente como se não houvesse amanhã).

A única coisa que eu posso adiantar é que eu ganhei mais um mês de presente, o que me tira aquela pressão de fechar com qualquer família só por fechar. Do resto a vida segue normal, trabalho normal, tudo normal.

Tendo esclarecido isso, voltemos com a nossa programação normal…

Se não fosse por uma amiga minha, eu jamais saberia da existência dessa ilha. Governors Island fica bem no baixo Manhattan, perto do Brooklyn, da onde dá pra avistar a Estátua da Liberdade. Pra você chegar lá, tem que ir para o porto de New York que fica do lado da onde se pega a barca para a Staten Island (disfarça que eu achei que era lá, mas não era, tirei foto no lugar errado e tudo :P) e pegar uma ferry/barca (que não paga, viu?!).

Vista da ferry (que não paga :P)

O passeio de ferry dura 5 min, e você tem uma vista de Manhattan e da Estátua de Liberdade beeeeem nanica. E é de graça!! Caso alguém (Dona Ket) não tenha entendido, eu repito de novo,eu não me canso de repetir (P. Sherman …): o passeio de ferry é de graça!

Por quase dois séculos essa ilha foi usada como base militar pelo exército americano e servia como casa de soldados e até generais. Em 2003 o governo federal vendeu um pedaço da ilha para o povo de New York, passando a fazer parte do Estado de Nova York (nunca decido se uso New ou Nova, então vou revesar) e em 2011 o prefeito de Nova York decidiu qual seria a finalidade dela: servira de recreação para o povo de New York, desenvolvendo ela construindo parques públicos.

pra alugar bicicletas

Como essa história é muito chata, a minha amiga inventou uma mais emocionante: que o governador morava lá, mas aí um dia ele surtou e matou a mulher e as filhas. daí a ilha ficou meio carregada, e por isso desativaram a ilha. Mesmo depois de anos, e o governo tentando dar uma utilidade pra ela, ainda hoje se pode sentir algo estranho no ar.

a casa do governador fictício

Juro que grande parte do passeio eu fui acreditando nesse monte de besteirol que ela me contou pra só depois ela me dizer que era mentira. Mas eu preciso concordar com ela que essa história é bem mais legal!

O que fazer lá: o que normalmente se faz num parque em geral: picnic, freesbe, só que com a visão da Estátua da Liberdade na sua cara.

pela ilha

A ilha é uma delícia, e o que eu mais indico de se fazer é alugar uma bicicleta. Alugamos uma com vaga pra quatro e depois de 20 minutos pedalando aquele troço pesado estávamos sem folego, mas amamos muito.

Elas saiem de saias e bicicletinhas, uma mão vai no guidão... #PuraPoesia

Outra dica são as casas abertas que você pode entrar e visitar pra ver como as coisas eram na época. Tinha uma que a gente entrou que até pessoas vestidas a caráter tinha. Bem legal!

foto cafonas que não podemos deixar de tirar =P

Agora a notícia triste para quem se interessou pela Governors Island é que ela fica aberta só no verão, ou seja, quem não foi agora perdeu playboy, só em 2012. Mas já deixa aí anotado na agenda um passeio bem gostoso, que sai barato. Nem é assim famoso mas que super vale a pena de fazer.

Se interessou pela Governors Island, então entra no site clicando aqui! Lá tem mais história da ilha e fotos que vocês vão babar 😛

Beijos pra quem fica!

Ps.: eu deveria ter muito mais fotos mas a bateria descarregou no meio do passeio 😦

Combatendo as espinhas

Uma das coisas que o povo tem mais curiosidade de saber são os produtos que a gente encontra aqui, do tipo: qual shampoo que você usa, o que fazer com o cabelo, e a unha… essas coisas de mulherzinha.

Um dos perrengues que eu passei aqui, e vejo muita gente com mesmo problema lá no grupo são as espinhas. Não sei o que acontece nesse país minha gente, mas duas coisas que estão passíveis de acontecer quando você pisa em solo americano: engordar e ficar com a cara de chokito.

Lógico que eu fugi dessa regra: não só engordei mas fiquei com uma pele que muito me lembra meus quinze anos. Gente, eu tava óleo puro. E não só na cara, o cabelo também ficou bem com aquele aspecto grunge 😛 #KurtCoibanFeeling

Passado o verão as coisas foram melhorando, mas uma coisa que me ajudou foi esse kit contra acne que vou mostrar pra vocês. Olha, tipo ele é um quebra-galho, claro que já usei coisas melhores, mas tá dando para o gasto. É da Clean&clear e se chama Advantage Acne Control Kit.

Você sabe que uma foto é 'bem' tirada quando tem meia coka no fundo =P

São três passos: primeiro um sabonete, depois um oleo control e depois aquelas pomadas que você coloca num específico local da cara aonde está nascendo a rosa vermelha, como diria Isabel (essa só pega quem leu A Marca de uma Lagrima).

Tem que usar filtro solar se for sair com isso. Claro, pra quem usa durante o dia. Eu só uso á noite porque não tenho paciência pra sair com essas paradas no rosto. Aí de manhã, uso um sabonete especial sem óleo pra tirar todo o produto. Você pode comprar de várias marcas, eu pra variar me baseio no preço, então comprei um lá que da própria Target que dizia ter os meus produtos da neutrogema.

Agora um fato engraçado que agora que o verão se foi, é minha mão que está super ressecada, mas muito mesmo. Tá toda rachada! E lá vou caçar um creminho (o que não será nenhuma tortura, amo comprar cremes) pra usar nas mãos e lógico que depois corro aqui pra contar qual que escolhi.

Vou só fazer um desabafo: que saudade da minha natura, viu?! Quem quiser me presentear, fica á vontade de mandar caixas e mais caixas da natura pra mim 😛

Gostaram da dica de beleza? Então, vou sempre colocar aqui as novidades que vou descobrindo porque sei que assim como eu, tem sempre alguém que fica mega perdida na hora de escolher um produto no mercado.

   E beijos pra quem fica!

Ps.: quase que esqueço: esse kit voc~e encontra em qualquer farmácia (CVS, Aid Rite) ou até mesmo na Target e custa por volta de $19,90, mais taxas. Eu paguei quinzão porque aproveitei uma promoção #amo

O troco do pão

Coisa boba que a gente nunca pensa que vai passar dificuldade: com as moedas!!

Preparem-se! Elas se acumularam nas suas carteiras.

Sei lá porque e como isso acontece, mas as moedas aqui acabam se tornando uma pain in ass pra gente novatas nas terras do Tio Sam. Uma que elas não vem com o valor estampado, tem uns tamanhos que não são intuitivos de decifrar e, brotam de tudo quanto é lugar #GremlimFeelings

Os valores aqui são todos quebrados, mas diferentes do pais de origem as pessoas te dão o troco certo. Com direito a todos os centavos. Conclusão: to com uma porrada de moedas na carteira, não consigo me livrar do peso (literalmente) que se tornou.

Eu levo tanto tempo tentando descobri qual é a moeda pra dar o valor certinho que com a pressão (da fila se formando atrás de mim) eu acabo por dar o valor inteiro em cédulas e em troca eu recebo: mais moedas! Se tornou uma bola de neve gigante.

Pelo menos agora quando tenho tempo consigo fazer o valor sozinha nas moedas. Porque nas primeiras semanas eu simplesmente abria a mão cheia de moedas e dizia: moço qual dessas moedas eu deveria te entregar?! Nem preciso dizer a cara de riso barra pena que se formava na expressão do vendedor em questão, não é?!

Para acabar com o seu futuro sofrimento, vou colocar aqui qualé das moedinhas. Mesmo estando com o macete em mente, prepare-se, você ainda vai juntar muita moedas.

Mas vamos lá:

1 Cents ou também conhecida como penny (que no plural fica… isso aí :P), é pequena e tem cor de latão. Parece enferrujada sei lá. Aqui se dá troco de 1 centavo, então esperar que sua coleção de penny sempre vai ficar xicante! E só por curiosidade, a penny tem o Abraham Lincoln estampado.

1 penny

5 Cents ela é maior que a de 1 cents e prateada. Também conhecida como nickel. Tem o Thomas Jefferson nela.

Nickel

10 cents ou ainda, dimme é super pequena, acho ainda que menor que a de 1 cents, o que na minha cabeça é uma confusão, porque pra mim o tamanho da moeda devia ser proporcional ao seu valor, mas deixa quieto 😛 Essa vem com a cara do Franklin D. Rooselvelt estampada.

dimme

25 cents ou ainda a quarter é maiorzinha e a mais valiosa de todas porque é com ela que você vai pagar os parquimetros. Então guarde  essas porque você vai precisar e muito. Vem com George Washingnton.

Ficarei devendo a foto da quarter porque nenhuma ficou legal 😦

E por fim, 1 dollar essa só vi uma vez só e lembra muito com a de 1 real, sabe? Não dá pra confundir.

Todas juntinhas

Vão treinando aí porque já paguei muito micos com essas moedas. No começo eu abria a mão cheia de moedas e falava para o vendedor: moço, qual a que devo te entregar. Bem caipira mesmo 😛

Espero que tenha sido útil pra alguém essa dica de hoje.

Beijos pra quem fica!

Ps Um dia estavamos num jantar aqui em casa brincando de tentar advinhar os presidentes nas moedas e fiquei sem graça porque só sabia da nota de 100 dolares (por causa do filme com Nicolas Cage =P) Daí achei interessante compartilhar a informação. Mas não que eu tenha decorado tudo, emprestei a informação daqui!

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